Rivalidade por comércio de drogas em Paraíso do Tocantins teria sido uma das causas da tentativa de homicídio. Suspeita foi encaminhada para a unidade prisional feminina da Capital.
As diligências ocorrem também na Capital. Ao todo, a associação criminosa envolve três funcionários do órgão, três sócios de empresa de fachada e um intermediador entre esta e fazendeiros.
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