O secretário da Segurança Pública, Júlio Resplande, reconduziu o delegado Francisco Sabóia à Superintendência da Polícia Civil do Estado, na manhã desta terça-feira, 03 de janeiro. Num gesto elegante, a pedido próprio, desde o dia 29 de junho (cinco dias após a nomeação como superintendente), Sabóia estava afastado do cargo para facilitar o trabalho da Corregedoria da Segurança Pública que investigava denúncias de envolvimento com o jogo do bicho em Araguaína. As denúncias foram oferecidas pelo Sindicato da Polícia Civil (Sipocito). No entanto, após seis meses de trabalho resumidos em 460 páginas distribuídas em dois volumes, a Corregedoria concluiu pela inocência dos delegados Francisco Sabóia e Silneyr Deófanes de Castro, por ausência de qualquer fundamento. O relatório da corregedoria destaca que a contundência das acusações, não encontraram nos depoimentos, a mesma força capaz de sustentar a versão dos denunciantes, denominados de dossiê comitê polícia de mãos limpas. A fragilidade das colocações nos dá uma falsa percepção da realidade, ao que tudo indica, criada por orientação de alguém interessado em não só apresentar uma versão totalmente distorcida dos fatos, mas, sobretudo, desestabilizar a própria instituição, enfatiza o relatório. Ao final, observando que não basta a virulência dos termos empregados nas acusações, mas elementos e indícios consistentes, o relatório destaca que a impunidade é a tão nociva quanto injustiça. Com o sentimento do dever cumprido, após a recondução de Sabóia à superintendência, o delegado Deusimar Amorim, que por seis meses acumulou as funções de coordenador de Polícia do Interior e Superintendente interino, volta a dedicar-se integralmente à Coordenadoria.
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