Na tarde desta terça-feira, 11, os trabalhos de escavação iniciados pela Polícia Civil no período da manhã estavam bem avançados. Encerrado o dia, já se podia identificar claramente a abertura do poço, com diâmetro de 1,10m, onde o ex-casal Maria Araújo Martins e Wilmar Batista de Araújo afirma ter atirado o corpo da babá Francileide, de apenas 13 anos de idade. A garota foi violentada, assassinada e jogada numa cisterna após ter sido torturada durante quatro dias.
As informações são de que a ossada da menina esteja a aproximadamente 12 metros de profundidade. Neste primeiro dia foram escavados seis metros com a ajuda de uma retroescavadeira cedida pelo Dertins - Departamento de Estradas de Rodagem do Tocantins. Nesta quarta-feira, 12, a partir das 8h, os trabalhos continuam, mas a escavação deverá ser feita à mão, por não se saber ao certo a profundidade do poço e devido à necessidade da perícia de preservar os objetos e restos humanos que forem encontrados.
O serviço de escavação está sendo executado por uma equipe de profissionais do Dertins, orientada pelo delegado João Sérgio Kenupp, que comanda a operação, e pela perita do IML - Instituto Médico Legal Márcia de Deus. Na ACSU-NO C-01 LT 05, onde estão acontecendo as escavações, funciona, hoje, uma empresa de telefonia móvel.
O crime
O homicídio ocorreu no ano de 1993. De acordo com depoimentos dos acusados, a vítima era babá dos seus filhos e trabalhava há um ano com a família.
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