Tocantins participa de encontro da ONU para o desenvolvimento sustentável da Amazônia Legal em Santarém (PA)

Encontro reúne autoridades nacionais e internacionais que vão discutir projetos para a promoção do desenvolvimento humano e econômico da região.
por Arlete Carvalho/Governo do Tocantins
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Fundo Brasil/ONU poderá beneficiar projetos sustentáveis do Tocantins - Foto: Foto Thiago Sá/Governo do Tocantins.png file_download

O Consórcio Interestadual para o Desenvolvimento Sustentável da Amazônia Legal Brasileira, juntamente com o Sistema ONU no Brasil e o Governo do Estado do Pará, realiza nesta quarta-feira, dia 2, a partir das 17h30, no Centro de Convenções Sebastião Tapajós, em Santarém, o evento ONU e Amazônia: parceria para o desenvolvimento sustentável. O objetivo é discutir os esforços conjuntos para promover a sustentabilidade da Amazônia em benefício de aproximadamente 29 milhões de pessoas que vivem na região.

No evento, que contará com a presença da vice-secretária geral do ONU, Amina J. Mohammed, o Tocantins estará representado pelo secretário da Fazenda Júlio Edstron Secundino Santos, para quem o encontro demonstra “a importância da integração da Região Norte com a ONU e principalmente parcerias que podem financiar projetos de desenvolvimento regional”. Também participam representantes do Governo Federal, dos estados amazônicos, de prefeituras, de órgãos diplomáticos, de organismos internacionais e do setor privado. 

Essas autoridades nacionais e internacionais vão abordar projetos a partir do lançamento nacional do Fundo Brasil-ONU para o Desenvolvimento Sustentável da Amazônia, resultado de parceria firmada em 2021 entre a ONU e o Consórcio da Amazônia Legal. Com lançamento das operações previsto para este ano, o Fundo vai financiar propostas de promoção para o desenvolvimento humano e econômico da região Amazônica, em harmonia com os ecossistemas naturais.

O mecanismo vai beneficiar os grupos populacionais mais vulneráveis da região com ações de geração de alternativas econômicas sustentáveis, de proteção de seus meios e modos de vida e de garantia de sua segurança física, sanitária, energética, climática e alimentar. 

Revisão Textual: Marinalva Cavalcante

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