Redução nos gastos com pessoal gera economia ao Estado de R$ 161 milhões entre os meses de maio a agosto de 2018

por Geórgia Milhomem/Governo do Tocantins
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Até o 2º quadrimestre deste ano o Estado investiu mais de R$ 1 bilhão em educação - Foto: Marcio Viera/Governo do Tocantins file_download

O governo do Tocantins, por meio da secretaria da Fazenda e Planejamento (Sefaz), publicou no Diário Oficial desta  quinta-feira, 27, o Relatório de Gestão Fiscal e Execuções Orçamentárias do 2º quadrimestre de 2018. No comparativo com o 1° quadrimestre deste ano os gastos com pagamento de servidores caíram 3,8%, o que gerou uma economia de R$ 161 milhões aos cofres do Estado de maio a agosto de 2018.

Outra economia veio com a manutenção da máquina pública, o governo conseguiu reduzir os gastos em  mais de R$ 530 milhões. Nessa esfera estão incluídas despesas com água, energia elétrica, contratação de terceiros, diárias pagas a servidores, passagens aéreas, materiais administrativos,  dentre outros.  O documento também apresenta a evolução da receita e da economia orçamentária.  

Se comparado com o mesmo período de 2017 houve um crescimento de 19% na arrecadação de impostos e taxas. Entre os que mais geraram receitas estão o  Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF), seguido do Imposto sobre a propriedade de veículos automotores (IPVA) e Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS).

Para o secretário da Fazenda e Planejamento do Estado, Sandro Henrique Armando, a gestão está empenhada em manter as contas públicas em dia. "Alguns ajustes foram necessários diante da crise econômica nacional pela qual estamos passando. Diante deste cenário econômico, com as medidas de contenção de gastos e ajustes fiscais, nossa meta é equilibrar as despesas no primeiro quadrimestre de 2019 e estamos caminhando para alcançar esse objetivo", pontuou.

Áreas prioritárias

Até o 2º quadrimestre deste ano o Estado investiu mais de R$ 1 bilhão em educação, sendo 42 milhões acima do limite mínimo exigido pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). Na saúde foram aplicados R$ 859 milhões, destes  R$ 323 milhões, ou seja 19,25%, acima do limite mínimo de aplicação da área exigido pela LRF, que é de 12%.


 

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