A Secretaria de Estado do Planejamento e do Orçamento (Seplan) realizou na manhã dessa terça-feira, 21, reunião técnica para discutir situação administrativa e operacional do Projeto São João. Responsável pela administração, manutenção e operação do projeto desde novembro de 2016, a Seplan reuniu os órgãos envolvidos, para atender as recomendações feitas pelo Ministério Público Federal (MPF), em reuniões que aconteceram em fevereiro de 2015 e fevereiro deste ano.
Para o secretário David Torres, a ideia é criar uma força-tarefa e discutir com todos os envolvidos a melhor maneira de atender às recomendações do MPF. “O desejo do governo é que o projeto esteja funcionando em sua totalidade, que se torne um projeto independente da administração pública”, destacou.
O secretário também falou da importância da revitalização estrutural e operacional do São João. “O Governo do Estado reconhece que atualmente existem urgências sobre a estrutura e a operacionalidade do projeto, e, por meio dessas reuniões técnicas, estamos buscando encontrar o melhor caminho para agilizar esse processo”, finalizou.
Participaram da reunião representantes da Polícia Militar, do Instituto Natureza do Tocantins ( Naturatins), da Agência Tocantinense de Transporte e Obras, do Instituto de Desenvolvimento Rural do Tocantins (Ruraltins), da Procuradoria Geral do Estado, do Instituto de Terras do Tocantins (Itertins), da Agência de Defesa Agropecuária (Adapec) e e representantes dos distritos.
O Projeto
O projeto São João é uma obra de irrigação para fruticultura, conveniada com o Ministério Nacional da Integração, cujo orçamento total é de R$ 138 milhões, com 10% de contrapartida do Governo do Tocantins. Deste montante, R$ 28 milhões foram aplicados no projeto que já está com cerca de 30% da obra executada, incluindo canal de chamada, estações de bombeamento e adutoras. Com uma área total de 3.600 hectares, localizada entre os municípios de Palmas e Porto Nacional, o projeto São João prevê o suprimento de água, garantindo a produção de fruticultura irrigada para as famílias impactadas e que foram assentadas pelo Prata, um Projeto de Assentamento Desenvolvido pela Investco, que é a empresa responsável pela construção da Usina Hidrelétrica de Lajeado Luis Eduardo Magalhães.
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