Jornalista da Secretaria da Fazenda é finalista em prêmio nacional

Com a reportagem “Crianças aprendem seus direitos e ajudam pais”, a servidora da Secretaria da Fazenda, jornalista Janete Monteiro, é uma das finalistas na 6ª edição do Prêmio Nacional de Educação Fiscal.
por Arlete Carvalho
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Janete Monteiro  é finalista em concurso nacional
Janete Monteiro é finalista em concurso nacional - Foto: Foto Júnior Maciel file_download

Com a reportagem “Crianças aprendem seus direitos e ajudam pais”, a servidora da Secretaria da Fazenda, jornalista Janete Monteiro, é uma das  finalistas na 6ª edição do Prêmio Nacional de Educação Fiscal, que tem por objetivo valorizar as melhores práticas de educação fiscal do país e é promovido pela Federação Brasileira de Associações de Fiscais de Tributos Estaduais (Febrafite), em parceria com a Escola de Administração Fazendária (Esaf) e com o Programa Nacional de Educação Fiscal (Pnef).

Veiculada no Jornal Stylo, edição nº 586, de 25/09/2017, em Palmas, a jornalista discorre sobre a importância da Nota Fiscal e alerta para a necessidade de inserir na educação formal o estímulo á exigência da Nota, enfocando direitos e deveres que o documento fiscal ocasiona. Ela mostra ainda que as crianças que têm contato com ações de cidadania provocam os pais a pedirem a Nota em cada compra ou serviço, passando, então, à condição de educador de adultos.

Pela Categoria Imprensa, a reportagem da jornalista tocantinense concorre ao prêmio de R$ 2 mil reais e ao troféu, disputando apenas com a matéria “A alta taxa de impostos não é percebida por muitos consumidores”, publicada no portal G1, de João Pessoa, assinada pelo jornalista Danilo Alves. O vencedor será conhecido no dia 29 de novembro, em solenidade no Estádio Nacional de Brasília. Na edição deste ano, seis trabalhos serão premiados em três categorias – Escola, Instituições e Imprensa.

Para Janete Monteiro, estar entre as finalistas já é uma vitória. “Significa que a mensagem transmitida em minha matéria reflete o quanto a educação fiscal pode ser o instrumento transformador da consciência cidadã coletiva”, observa ela.

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