A Secretaria de Parcerias e Investimentos (SPI/TO), juntamente com a Tocantins Parcerias, realiza reuniões de diálogo com pastas de governo a respeito da Parceria Público-Privada que prevê a construção do novo Hospital da Mulher e Maternidade Estadual. Na segunda-feira, 10, o projeto foi debatido com lideranças da Secretaria da Mulher e da Secretaria da Saúde. A expectativa é de que, quando efetivada, a parceria possa entregar ao Tocantins uma das principais unidades hospitalares especializadas na assistência ao público feminino e neonatal do norte do país.
Pela manhã a SPI, representada pela superintendente Eliane Grossmann, recebeu a secretária da Mulher, Berenice de Fátima, e no período da tarde se reuniu com o secretário de Saúde, Afonso Piva. Durante os encontros, foram expostas as projeções para construção, gestão, operação e manutenção do projeto pensado para oferecer atenção integral à saúde da mulher nos eixos parto e nascimento, ginecologia, obstetrícia e atenção neonatal.
Neste sentido, a Secretaria da Mulher terá papel fundamental para orientar a melhor integração dos serviços às demandas das mulheres do Tocantins, alinhando o fluxo com os demais atendimentos da rede. Para a secretária Berenice, as expectativas em relação ao hospital são grandes: “É um sonho de todas as mulheres tocantinenses, saio da reunião feliz entendendo que o projeto está tomando forma e que de agora pra frente são pequenos ajustes até que seja realidade em nosso Estado.”.
O secretário de Estado da Saúde, Afonso Piva, também recebeu bem o projeto e elogiou a apresentação da equipe técnica. “A equipe é fantástica e já conseguiu apresentar um projeto espetacular. O Dona Regina é um hospital antigo, foi adaptado para um hospital mas não está apto realmente para a estrutura do atendimento atual e eu creio que essa nova unidade vai atender melhor as mulheres não só de Palmas mas de todo o Tocantins”, concluiu.
Outra presença importante que contribuiu com a estruturação das propostas para a nova unidade hospitalar e acompanhou a SPI durante as apresentações foi o diretor geral do Hospital Maternidade Dona Regina, Iatagan Barbosa de Araújo. Ele destaca pontos positivos quanto aos profissionais de saúde e diz ver com satisfação o andamento do projeto.
“Nossos profissionais já prestam um atendimento de excelência no Estado mas, infelizmente, não temos uma estrutura física que seja adequada para nossas pacientes. Então a gente fica muito satisfeito e esperamos que possa prosseguir da melhor maneira para que seja possível melhorar ainda mais a assistência às nossas gestantes e bebês aqui no Tocantins”, afirma o diretor.
A diretora de PPP da Tocantins Parcerias, Kelly Barreto, o assessor especial da SPI, Álan Rickson, e o superintendente de Unidades Hospitalares, Andreis Vicente da Costa, também estiveram presentes.
Ao final do dia, a equipe da Secretaria de Parcerias e Investimentos esteve reunida ainda com a diretora de jornalismo da Secom/TO, Ray Viana, a fim de alinhar estratégias para a divulgação das etapas de diálogo público que deverão ser realizadas no próximo mês.
Eficiência do setor privado com atendimento 100% público
A criação de uma nova unidade hospitalar para tratar as demandas de saúde das mulheres de forma qualificada é prioridade no plano de gestão do governador Wanderlei Barbosa, que no início deste ano assinou o decreto doando a área destinada à construção predial para a SES-TO. O terreno está localizado na Quadra ACSU SO 130 (1301 sul) e compreende a extensão de quatro lotes interligados que no total somam 24 mil m², uma área 6 vezes maior do que a que comporta a estrutura atual.
Apesar de ser referência em parto humanizado e em atendimento integral à mulher e ao bebê, dispondo de uma equipe de profissionais altamente qualificados, atualmente o Hospital Maternidade Dona Regina, maior maternidade pública do Tocantins, funciona com uma estrutura insuficiente para o serviço prestado.
Diante deste cenário, o novo Hospital da Mulher e Maternidade pretende não só suprir as demandas que hoje são direcionadas ao HMDR como também prevê a ampliação de todos os serviços assistenciais e da capacidade de atendimento com mais qualidade e eficácia, mantendo o serviço 100% público.
Qualidade e Economicidade
As vantagens da parceria público-privada para a construção do Hospital da Mulher e Maternidade não são apenas qualitativas, segundo a avaliação dos custos o projeto poderá gerar economicidade aos cofres públicos.
Além do aumento da capacidade de leitos, o projeto contempla ainda a ampliação e otimização de programas de referência como o Banco de Leite Humano, o Serviço de Atenção Especializada às Pessoas em Situação de Violência Sexual (Savis) e a Casa da Gestante, Bebê e Puérpera (CGBP). Outros serviços fundamentais para a saúde da mulher antes não ofertados, como UTI obstétrica-ginecológica, também serão incluídos na nova unidade que contará com instalações e equipamentos de última geração.
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