Procon Tocantins busca soluções para problemas com empréstimos consignados

Uma das propostas discutidas com a Senacon é a criação de uma lei que proíba a oferta e a contratação de empréstimos de qualquer natureza por ligação telefônica
por Thaise Marques/Governo do Tocantins
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Walter Viana, sup. do Procon Tocantins (esq.); secretária Nacional do Consumidor, Juliana Domingues; e o diretor-presidente Jalil Fraxe/AM - Foto: Procon/Governo do Tocantins

Para discutir sobre as práticas abusivas na realização de empréstimos consignados e a melhoria nos serviços de telefonia no Tocantins e o estado do Amazonas, o superintendente do Procon Tocantins, Walter Viana, esteve reunido com a secretária Nacional do Consumidor, Juliana Domingues; e com o diretor-presidente do Procon Amazonas, Jalil Fraxe. A reunião ocorreu em Brasília (DF) nessa segunda-feira, 31.

Na ocasião, referente aos empréstimos consignados, os gestores estaduais solicitaram que a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) adote medidas para coibir práticas abusivas, como a cobrança indevida dos empréstimos não solicitados pelos consumidores.

Também foram abordadas as possíveis soluções para evitar as ligações indesejadas de instituições financeiras aos consumidores. Uma das propostas apresentadas é a criação de uma lei que proíba a oferta e a contratação de empréstimos de qualquer natureza por ligação telefônica, principalmente para aposentados e pensionistas.

“É inoportuna a forma com que as financeiras atuam, sendo que as diversas fraudes e o oferecimento de empréstimos consignados por telefone proporcionam um enorme transtorno aos consumidores. Isso nos causa uma preocupação maior, porque muitos consumidores tocantinenses têm recebido dinheiro de empréstimos consignados em suas contas, sem nenhuma solicitação por parte dos mesmos”, explicou Walter Viana.

Outra pauta discutida, com a Senacon, foi a melhoria na prestação de serviços de internet, via dados e banda larga, além da ampliação do sinal de telefonia em vários municípios da região Norte que ainda não possuem sinal de qualidade.

“Reafirmo nosso compromisso em defesa dos consumidores tocantinenses e na busca constante por melhorias na harmonia das relações de consumo”, afirmou o superintendente do Procon Tocantins.

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