Defesa agropecuária do Tocantins e Bahia reforçam parceria na fiscalização do trânsito para prevenir praga do cacau e cupuaçu

O Tocantins é considerado uma barreira física, por isso a importância da intensificação da fiscalização do trânsito para colaborar com a prevenção da praga
por Dinalva Martins-Governo do Tocantins
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Lenito Abreu-Governo do Tocantins (4).jpg

Cerca de 30 fiscais da Agência de Defesa Agropecuária (Adapec) participam de uma capacitação técnica sobre a praga monilíase do cacaueiro e fiscalização do trânsito de material vegetal e produtos de cacau e cupuaçu, ministrada pela Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (ADAB). O treinamento ocorre na manhã desta quarta-feira, 6, no município de Dianópolis.

O objetivo da Adab é contar com a cooperação técnica da Adapec na fiscalização do trânsito vegetal e de produtos de cacau e cupuaçu para prevenir à praga Monilíase que teve ocorrência de foco no Acre, que está sob quarentena. Em função disto, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) decretou ainda estado emergencial para o Acre, Rondônia e o Amazonas.

A coordenadora do Programa de Cacau da ADAB, Catarina Cotrim, está conduzindo o encontro na abordagem sobre a praga, importância econômica, ações de fiscalização e legislação. 

Monilíase

Segundo informações do Mapa, a monilíase é causada pelo fungo Moniliophthora roreri, é uma das mais sérias doenças do cacaueiro, infectando os frutos em qualquer fase de desenvolvimento e, em condições favoráveis, pode causar perdas de até 100% da produção. A dispersão a grandes distâncias entre regiões e/ou países ocorre por intervenção humana principalmente pelo transporte de frutos infectados.

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