A Secretaria da Segurança Pública firmou termo de cooperação técnica com a Universidade Federal do Tocantins – UFT, nesta sexta-feira, 6, com o objetivo de desenvolver o ensino, a pesquisa e a extensão no campo da anatomia humana, da patologia geral, da anatomia patológica, da assistência psicossocial e da medicina legal. O documento foi assinado pelo secretário da Segurança Pública, Cristiano Sampaio, e pelo reitor da UFT, Luís Eduardo Bovolato.
Nos termos estabelecidos, algumas das definições são que a cooperação deve proporcionar o aperfeiçoamento técnico-científico, com a capacitação dos profissionais; a destinação de cadáveres não reclamados, junto às autoridades públicas, para fins de ensino e pesquisa de caráter científico, conforme a Lei 8.501/1992; e a disponibilização de espaço físico para a instalação do Núcleo Especializado de Análise Forense do Instituto de Criminalística.
Para o secretário da Segurança Pública, Cristiano Sampaio, essa é mais uma oportunidade de fortalecimento de parcerias da Segurança Pública com a Universidade. “É um ambiente que favorece uma constante atualização dos policiais envolvidos na atividade fim. E ao mesmo tempo permite que a Universidade se sirva também dessa prática diária. E a junção da teoria e da prática, é um ganho, decorrendo em pessoas mais capacitadas para prestarem serviço à sociedade”, considerou.
Enquanto o reitor da UFT, Luís Eduardo Bovolato, considera essa cooperação extremamente importante para ambas as partes. “Isso aproxima a UFT e a Secretaria da Segurança Pública, possibilitando o desenvolvimento de perícias e investigações científicas mais robustas. Aplicando todo o know how e o aparelhamento de laboratórios que a Universidade dispõe e promovendo uma interação com os profissionais da Secretaria”, afirmou.
O Reitor entende, ainda, que isso abre um campo de pesquisa imenso, tanto para a UFT quando para a Secretaria, com a possibilidade de participação de alunos de pós-graduação, nas diferentes frentes em que a Secretaria da Segurança Pública atua.
Pilares
A superintendente da Polícia Científica, Nelsiane Martins Parente Azevedo, explicou que o acordo vai viabilizar a execução de projetos para as áreas do IML e da Perícia Criminal, dentre eles levar a perícia oficial para dentro da Universidade, aproveitando o âmbito da pesquisa. “Uma vez que a ciência e tecnologia são pilares da perícia forense. E isso permite a produção de laudos mais precisos”, considerou a superintendente.
A diretora do Instituto de Medicina Legal – IML, Georgiana Ferreira Ramos, entende que a UFT e o Instituto possuem interesses comuns no ramo do desenvolvimento do ensino e pesquisa científica. “A importância desse termo ampliará os conhecimentos técnicos científicos na área de medicina legal e da assistência psicossocial, em que equipamentos, serviços e técnicas serão compartilhados”, disse.
Na ocasião, também estavam presentes o pró-reitor de Pesquisa e Pós-graduação (Propesq) da UFT, Raphael Sanzio Pimenta, e a supervisora do IML, Jany Sant’ Ana Martins.
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