Polícia Civil prende suspeito por furto de água tratada em Palmas

Dando continuidade às ações de repressão a crimes de furto de água e energia elétrica, policiais civis da Delegacia Especializada na Repressão a Crimes Praticados Contra Concessionárias Prestadoras de Serviços Públicos (Derfae), prenderam, na tarde da última terça-feira, 23, de Reinaldo Rodrigues dos Santos Souza.
por Rogério de Oliveira/Governo do Tocantins
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Dando continuidade às ações de repressão a crimes de furto de água e energia elétrica, policiais civis da Delegacia Especializada na Repressão a Crimes Praticados Contra Concessionárias Prestadoras de Serviços Públicos (Derfae), prenderam, na tarde da última terça-feira, 23, Reinaldo Rodrigues dos Santos Souza.  

Conforme o delegado Elírio Putton Júnior, com apoio de funcionários da empresa BRK Ambiental, a equipe da Derfae deslocou-se até a residência do autor, situada na região central de Palmas e, depois de realizar vistorias no imóvel, localizaram um desvio na rede, com direção à residência do autor, um imóvel de dois andares com salas para alugar.

A "gambiarra" chegava ao imóvel pelos fundos, através de canos de PVC de 20mm, que traziam água tratada sem qualquer tipo de medição. Reinaldo informou aos policiais civis que seu irmão havia feito a ligação clandestina. Delcarou, ainda, que estava residindo há seis meses na casa sem pagar a taxa de água tratada.

O perito oficial José Ivan Farias de Oliveira, do Instituto de Criminalística, especialista em análises técnicas nesta área, compareceu ao local e após periciar o imóvel, constatou a prática criminosa. Diante dos fatos, Reinaldo Santos Souza foi preso e conduzido à sede da Derfae, onde foi autuado pelo crime de furto de água tratada.

No entanto, o homem recolheu aos cofres públicos a quantia arbitrada como fiança pela autoridade policial e, desta maneira, obteve o direito de responder ao processo em liberdade, conforme a legislação vigente.

Ainda segundo o delegado Elírio, tal prática prejudica a sociedade por dois motivos em especial: “Em primeiro lugar, o prejuízo causado por esse tipo de crime é repassado para os outros consumidores que pagam suas contas regularmente, de acordo com a regulamentação desse tipo de concessão pública. Além disso, bairros com grande incidência desse tipo de crime acabam por ficar com o abastecimento prejudicado, pois o sistema de distribuição não está programado para comportar o excedente desviado”, alertou o delegado.

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