Polícia civil prende cinco pessoas suspeitas de forjarem documentos para venda de áreas rurais, em Arraias e Paranã

A Polícia Civil, em ação conjunta da Delegacia Especializada em Investigações Criminais de Gurupi (Deic Sul), do Grupo de Operações Táticas Especiais (GOTE) e da Diretoria de Inteligência (DI), prendeu preventivamente, na manhã desta quinta-feira, 27, cinco suspeitos de integrarem associação criminosa que forjava documentos para a venda de áreas rurais nos municípios de Arraias e Paranã.
por Cláudia Santos
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A Polícia Civil, em ação conjunta da Delegacia Especializada em Investigações Criminais de Gurupi (Deic Sul), do Grupo de Operações Táticas Especiais (GOTE) e da Diretoria de Inteligência (DI), prendeu preventivamente, na manhã desta quinta-feira, 27, cinco suspeitos de integrarem associação criminosa que forjava documentos para a venda de áreas rurais nos municípios de Arraias e Paranã.

 

Segundo o diretor do Gote, Rildo Barreira, foram presos preventivamente J.F.C., 61 anos, J.B.S., 52 anos, S.A.T., 22 anos, S.R.C., 26 anos, e J.V.M.O., 51 anos. Todos foram presos preventivamente pela suspeita de prática de estelionato, falsificação de documentos públicos, falsidade ideológica e uso de documentos falsos.  Também foram cumpridos mandados de busca e apreensão nas residências dos suspeitos, sendo encontradas munições de calibre 20, 22 e 32.

 

O delegado titular da Deic Sul, Rafael Falcão, explicou como era a atuação da associação criminosa. “Eles falsificavam a documentação e vendiam a mesma terra para várias pessoas diferentes. E esse golpe eles, aparentemente, aplicavam no Estado inteiro” afirmou.

 

J.F.C., J.B.S., S.A.T. e S.R.C. encontram-se presos na Cadeia Pública de Arraias. Enquanto J.V.M.O. está preso na Cadeia Pública de Peixe. Outro suspeito, E.F.O., não foi localizado pela Polícia. A ação, que foi cumprida nos municípios de Arraias e São Valério do Tocantins, teve origem após denúncia do Ministério Público Estadual (MPE) de Arraias, com o promotor João Neuman Marinho da Nóbrega. O juiz que autorizou as prisões foi Márcio Ricardo Ferreira Machado.

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