A Polícia Civil do Tocantins participou nesta quinta-feira, 22, da Operação Luz na Infância 3, coordenada pelo Ministério da Segurança Pública (MSP), em âmbito nacional. No Tocantins, as investigações foram presididas pela delegada de Polícia Civil, Milena Lima, titular da Delegacia de Repressão a Crimes Cibernéticos (DRCC), e a operação deflagrada nas primeiras horas desta manhã, pelos delegados de Polícia Civil Gregory Monte e Heliomar Silva.
A operação integra a força-tarefa de combate à prática de pedofilia em âmbito nacional e internacional, cujas ações coordenadas neste dia envolvem Polícias Civis do Distrito Federal e de 18 estados, além do Corpo de Investigações Judiciais (CIJ) do Ministério Público Fiscal da Cidade Autônoma de Buenos Aires, Argentina, tendo a maioria dos alvos identificados pela Diretoria de Inteligência da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Dint/Senasp/MSP).
As equipes procuram arquivos com conteúdos relacionados a crimes de abuso e exploração sexual contra crianças e adolescentes. No Tocantins, a ação resultou no cumprimento de uma busca e apreensão em residência na cidade de Lageado, a 60 km de Palmas. No local, foram apreendidos pela Polícia Civil do Tocantins equipamentos eletrônicos com indícios de sua utilização na prática de pedofilia. O material apreendido foi encaminhado à Polícia Científica para submissão à exames periciais.
“Fotos da genitália de suspeito estavam arquivadas e supostamente eram utilizadas na persuasão a crianças para encaminhamento de registros fotográficos de suas próprias partes íntimas. O indivíduo fazia uso de fotografia de terceiro, modelo, para uso em perfil de redes sociais, a fim de otimizar o convencimento de suas vítimas”, declarou o delegado Gregory.
As ações simultâneas realizadas no Brasil e na Argentina mobilizam um efetivo aproximado de 1.000 policiais. A Operação Luz na Infância 3 é fruto de cooperação entre a Diretoria de Inteligência da Senasp, a Polícia de Imigração e Alfândega dos EUA (US Immigration and Customs Enforcement-ICE), o Corpo de Investigações Judiciais (CIJ) do Ministério Público Fiscal da Cidade Autônoma de Buenos Aires e as Polícias Civis do Brasil para o desenvolvimento e aprimoramento da atividade de repressão à exploração sexual infanto-juvenil.
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