Polícia Civil do Tocantins cumpre mandado de prisão definitiva por tráfico de drogas em Porto Nacional

O homem foi condenado por comercializar crack e cocaína; a prisão ocorreu na manhã desta quinta-feira, 9, no setor Jardim Querido
por Rogério de Oliveira/Governo do Tocantins
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Homem foi condenado há mais de seis anos de prisão - Foto: DICOM SSP TO file_download

Na manhã desta quinta-feira, 9, a Polícia Civil do Tocantins, por intermédio da 7ª Divisão Especializada de Repressão ao Crime Organizado (DEIC) de Porto Nacional, deu cumprimento a um mandado de prisão definitiva em desfavor de um homem de iniciais L.A.S., de 33 anos. condenado pelo crime de tráfico de drogas.

A prisão foi efetuada na residência do indivíduo, localizada no setor Jardim Querido, em Porto Nacional. O mandado judicial foi expedido pelo Juízo da Comarca de Ponte Alta do Tocantins, onde o processo tramitou e resultou em uma condenação de 6 anos e oito meses de reclusão em regime fechado.

De acordo com o histórico processual, o homem foi sentenciado após ser flagrado com 33 porções de entorpecentes, incluindo crack e cocaína, além de quantia em dinheiro, em uma praça pública no município de Ponte Alta, no ano de 2023. Na ocasião, as investigações apontaram que o local era utilizado como ponto de venda de drogas.

Após diligências, o homem, que ainda precisava cumprir cinco anos e 10 meses de pena, foi localizado. Após ser detido e cientificado da ordem judicial, o homem foi conduzido à 11ª Central de Atendimento da Polícia Civil de Porto Nacional para a realização dos procedimentos cabíveis. Em seguida, ele foi encaminhado ao sistema prisional do Estado, onde permanecerá à disposição do Poder Judiciário para que cumpra o restante da pena a qual foi condenado.

O delegado Wagner Rayelly Pereira Siqueira destacou que, por meio da ação realizada, a justiça agora cumpre seu rito normal, para que o condenado volte ao cárcere para cumprir a sentença por tráfico de drogas. “As equipes da 7ª DEIC de Porto Nacional estão atentas e vigilantes no sentido de localizar e prender foragidos da justiça, como no caso tela, onde o homem tinha sido condenado por um crime grave, mas estava em liberdade até esta data, quando foi localizado e preso após ação da PCTO”, frisou a autoridade policial. 
 

Edição: João Guilherme Lobasz

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