Polícia Civil destrói explosivos apreendidos em operações policiais

A Polícia Civil, por intermédio da Delegacia Especializada em Investigações Criminais Complexas (Deic), do Grupo de Operações Táticas Especiais (Gote) e da Perícia Oficial do Estado, destruiu na manhã desta sexta-feira, 27, no Clube de Tiro e Caça do Cerrado (CTCC), localizado na Rodovia TO-050, Km 11, 8,5kg de explosivos apreendidos em operações da Polícia Civil.
por Marcus Wagner/Governo do Estado
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Os explosivos seriam usado pelos assaltantes para o uso exclusivo em assaltos as agências bancárias
- Foto: Polícia Civil file_download

A Polícia Civil, por intermédio da Delegacia Especializada em Investigações Criminais Complexas (Deic), do Grupo de Operações Táticas Especiais (Gote) e da Perícia Oficial do Estado,  destruiu  na manhã desta sexta-feira, 27, no Clube de Tiro e Caça do Cerrado (CTCC), em Palmas, 8,5 quilos de explosivos apreendidos em operações da Polícia Civil.

Na ação, que teve como objetivo testar a eficiência e o grau de destruição do material apreendido foram destruídos 1 uma sacola contendo material explosivo encontrado no local de crime, roubo com explosão da agencia do Banco do Brasil de Natividade, em 12/11/2016, 9 recipientes plásticos contendo emulsão explosiva encontrado no local de crime de roubo com explosão da agencia do Banco do Brasil de Guaraí, em 28/03/2017 e 3  emulsões explosivas  encontradas  na Quadra 605 Sul, em Palmas,  no último dia 10, em Palmas.

De acordo com diretor do Grupo de Operações Táticas Especiais (GOTE), delegado, Rildo Barreira, parte desses explosivos foram utilizados em assaltos a bancos, em Natividade e Guaraí, e outra parte provavelmente estaria disponível para ser utilizados em outros assaltos.

O delegado esclarece ainda que esta ação realizada hoje é na realidade um teste de eficiência dos explosivos, para saber se todo esse material apreendido estaria apto para destruir as agencias bancárias. Segundo o delegado, “todo esse material é usado pelos assaltantes para o uso exclusivo em assaltos as agências bancárias, e tem um poder de destruição muito grande."

“È através da eficiência do trabalho de investigações realizadas por meio de profissionais especializados da Deic, do Gote e da Perícia Oficial, é que efetuamos as apreensões desses materiais, e com isso, podemos saber se os artefatos são eficientes ou não provocar danos,” disse o delegado da Delegacia Especializada em Investigações Criminais Complexas de Palmas, Wanderson Queiroz.

Participaram da ação, 6 Agentes da Polícia Civil, 1 Perito Oficial e 2 Delegados de Polícia Civil.

 

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