A 62ª Delegacia de Polícia Civil de Paraíso do Tocantins (62ª DPC) conta agora com moderno e atualizado mobiliário que permitirá aos policiais civis e demais servidores que atuam na Unidade Policial, exercerem suas atividades cotidianas com ainda mais celeridade, conforto e eficiência, o que refletirá diretamente no atendimento ao público.
Conforme explica o delegado titular da 62ª DP, Bruno Monteiro Baeza, a iniciativa partiu da necessidade de renovar o ambiente policial, com móveis e equipamentos que pudessem atender de forma satisfatória, não somente aos servidores, mas também ao público em geral, que procura atendimento na unidade diariamente.
Partindo desse pressuposto, o delegado Baeza idealizou um projeto de renovação das dependências policiais, por meio de uma parceria firmada com o Poder Judiciário, mais precisamente com a Vara de Execuções Penais de Paraíso, no sentido utilizar certa quantia em dinheiro, oriundo do pagamento de penas de prestação pecuniária (multas), e também de celebração de Acordos de Não Persecução Penal (ANPP).
“Com esta iniciativa simples, mas de grande eficácia, foi possível substituir todo o mobiliário antigo, e que já não atendia às demandas do trabalho policial, por um totalmente novo, o que resulta em um aumento considerável da qualidade do serviço prestado que tem como principal beneficiária, a população de Paraíso”, destaca o delegado.
O Projeto viabiliza ainda, que a organização arquivística e o fluxo de procedimentos cartorários seja cumprido com mais eficiência, assim como a guarda de objetos apreendidos e a correta destinação à cadeia de custódia.
O delegado Bruno Baeza ressalta que os recursos utilizados na aquisição do novo mobiliário da 62ª DP são oriundos das investigações da Polícia Civil que acabam virando ações penais, que resultam, eventualmente, em acordos celebrados pelo Ministério Público ou em penas pecuniárias. Os recursos provenientes desses institutos penais, de acordo com a legislação, podem retornar, com prioridade, às instituições de segurança pública, para que a prestação desses serviços seja garantida da melhor forma possível.
“A Polícia Civil é a porta de entrada do sistema de persecução penal. Podemos afirmar que, para que se tenha o processo e as consequentes condenações, ou em certos casos, a celebração de acordos de não persecução penal, é preciso que na grande maioria dos casos, a Polícia Civil promova as investigações necessárias, para que tanto o Poder Judiciário como o Ministério Público possam atuar. E, nesse caso específico, atendendo a uma demanda antiga nossa, que fosse concretizada a destinação desses recursos para o melhoramento das condições físicas da nossa unidade policial”, conclui o delegado.
Revisão Textual: Vania Machado
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