A Polícia Civil, por intermédio da Delegacia Especializada na Repressão a Narcóticos (Denarc) deflagrou, na tarde desta segunda-feira, 22, mais uma operação de combate ao tráfico de drogas que resultou na prisão de um suspeito e na desarticulação de um ponto de venda de entorpecentes, na região Sul da Capital.
De acordo com o delegado Guilherme Rocha Martins, responsável pelo caso, a operação foi desencadeada após policiais civis da Denarc, receberem várias denúncias informando sobre a existência de um local que era utilizado como “fumódromo” (local usado para consumo de drogas) e ponto de prostituição, o que estava causando muito tumulto aos moradores de bem do local, bem como elevando os índices de criminalidade do setor Sol Nascente.
Com base nesses relatos, na tarde da última segunda-feira, os policiais civis foram até o local, a fim de constatar a veracidade das informações apuradas. Em poucos minutos, os policiais observaram um grande fluxo de usuários, bem como identificaram Carmelindo Dias Furtado, 50 anos, como sendo o responsável por abastecer com drogas, a boca de fumo, que na verdade, se tratava da residência de sua própria mãe.
O suspeito foi abordado e preso ao chegar ao ponto de venda de drogas, trazendo consigo uma porção de maconha na modalidade conhecida como micro tráfico. Após deslocamento até a residência de Carmelindo, localizada no Jardim Taquari, os policiais civis localizaram e apreenderam mais 200 gramas de crack, além de uma arma de fogo.
Após os procedimentos cabíveis, Carmelindo foi autuado em flagrante por tráfico de drogas e, em seguida, encaminhado à Casa de Prisão Provisória de Palmas (CPPP), onde permanecerá à disposição do poder judiciário.
Para o delegado Guilherme Rocha, o fechamento de mais um ponto de venda de drogas, representa mais tranqüilidade para a população, uma vez que por meio do consumo e venda de drogas, vários outros crimes podem ser cometidos. “A ação realizada mostra a preocupação da Denarc em combater, com rigor e firmeza, os pontos de venda de entorpecentes, que embora não comercializem quantidades expressivas de drogas, incomoda e expõe a comunidade a essa problemática das drogas”, frisou.
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