IML do Tocantins participa de curso avançado de antropologia forense

Estado foi representado pela perita odontolegista e diretora do IML-TO, Georgiana Ferreira Ramos e pelo médico legista Welisson Oliveira Carvalho. 
por Dicom SSP
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O Instituto de Medicina Legal, unidade vinculada à Polícia Científica da Secretaria da Segurança Pública do Tocantins, marcou presença no 2º Curso Avançado em Antropologia Forense, realizado em Brasília (DF) entre os dias 14 e 25. Instituído pela Academia Nacional de Polícia, o curso aconteceu no Instituto Nacional de Criminalística (INC), capacitando 17 peritos oficiais estaduais e da Polícia Federal, entre médico legistas e odontolegistas de 14 estados brasileiros. Pelo Tocantins, foram capacitados Participaram a perita odontolegista e diretora do IML-TO, Georgiana Ferreira Ramos e o médico legista Welisson Oliveira Carvalho. 

A ação de capacitação, de natureza teórico-prática, teve o objetivo de transmitir e desenvolver conhecimentos e habilidades básicas e avançadas no campo da Antropologia Forense, tendo por base a literatura científica e os métodos reconhecidos internacionalmente. Foram explorados temas desde a osteologia aplicada à Antropologia Forense; extração de perfil biológico de remanescentes ósseos (sexo, ancestralidade, idade e estatura); métodos da arqueologia forense para busca, escavação, registro e recuperação de esqueletos; verificação de patologias, traumas ante mortem e perimortem; alterações tafonômicas; análise de isótopos estáveis aplicado à Antropologia Forense; discussão de laudos e protocolos.

O curso, iniciativa da Área de Perícias Externas e da Área de Medicina e Odontologia do INC, foi coordenado pelos Peritos Criminais Federais Alexandre Raphael Deitos e Carlos Eduardo Palhares Machado, contando ainda com docentes Peritos Criminais Federais e professores convidados, todos eles referências nacionais e internacionais em seus campos de atuação. Apoiaram o curso diversas instituições, dentre as quais: USP, UNICAMP, Universidade de Coimbra, UNIFESP e CAPES.

A iniciativa consolida a Polícia Federal como um centro de referência nacional em Antropologia Forense e preenche uma lacuna no Brasil, relacionada à capacitação voltada à realidade dos serviços periciais de antropologia forense nos estados e na Polícia Federal.

Para a Perita e Diretora do IML/TO Georgiana Ferreira Ramos, incentivar os profissionais a desenvolverem ou aperfeiçoar seus conhecimentos, tornando-nos mais capacitados e especializados, trazem para a Instituição, entre outros benefícios, a melhoria na qualidade dos serviços prestados.

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