Em Paraíso do Tocantins, Polícia Civil conclui inquérito e indicia mulher por furto qualificado

A ação foi gravada por câmeras de segurança da loja de colchões onde o dinheiro foi furtado
por Rogério de Oliveira
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Mulher indiciada nega a autoria dos fatos - Foto: DICOM SSP TO file_download

A Polícia Civil do Tocantins, por meio da 61ª Delegacia de Paraíso do Tocantins, concluiu nesta segunda-feira, 8, o inquérito que apurava a prática de um crime de furto qualificado, ocorrido em uma loja de colchões da cidade e indiciou uma mulher de 59 anos pela prática do delito. 

 

O delegado Lucas Kertesz, titular da 61ª DP e responsável pelo caso, explica que no decorrer do trabalho investigativo restou devidamente apurado por meio de evidências técnicas e testemunhais que a mulher, de fato, foi a responsável pelo crime.  “Por meio de um extenso e minucioso trabalho investigativo, foi possível desvendar todas as circunstâncias do fato, sendo possível promover o indiciamento dessa mulher pelo crime de furto qualificado”, disse. 

 

O crime 

O crime ocorreu no último dia 25 de março, quando a  mulher parou em frente a loja de colchões e pediu a uma vendedora para usar o banheiro. Uma vez dentro do estabelecimento, a mulher se desviou do caminho e adentrou no escritório do estabelecimento onde subtraiu R$ 1 mil que estavam sobre uma mesa, colocou dentro do sutiã e saiu da loja com tranquilidade. Câmeras de segurança do circuito interno da empresa flagraram toda a ação da mulher, sendo que o caso ganhou muita repercussão, sobretudo nas redes sociais.  

 

Após tomar conhecimento dos fatos, as equipes da 61ª DP foram mobilizadas e, em alguns dias, conseguiram identificar a mulher que foi ouvida pela autoridade policial, e mesmo com as imagens que mostram toda a conduta delituosa, negou a autoria dos fatos. 

Indiciamento

Com base nas investigações, o delegado Lucas Kertesz promoveu o indiciamento da autora pelo crime de furto qualificado. O inquérito foi concluído e remetido ao Poder Judiciário com vistas ao Ministério Público para a adoção das providências legais cabíveis. 

 

“Trata-se de um caso que chamou muito a atenção pelo modo como o crime foi praticado, uma vez que a mulher se utilizou de uma estratégia para enganar a vendedora e assim poder ter acesso ao local do dinheiro, onde fez a subtração do mesmo. Agora, com o inquérito concluído, ela deverá responder perante a justiça pelo ato a ela imputado”, disse o delegado.


 

Edição: Vania Machado

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