Na manhã desta quinta-feira, 10, a diretoria do sistema integrado de operações (SIOP), promoveu o Workshop sobre legislação, procedimento operacional padrão, postura e compostura nas abordagens envolvendo denúncias de perturbação do sossego. O evento teve início às 8h e foi realizado no auditório do Quartel do Comando Geral da Polícia Militar, em Palmas.
O evento foi uma das etapas de implementação do protocolo integrado de perturbação do sossego elaborado pelo SIOP e lançado no início desse ano e teve como objetivo alinhar a atuação conjunta das instituições envolvidas na fiscalização dessas condutas. O workshop foi direcionado aos ficais de posturas, guardas metropolitanos, agentes de trânsito, além de representantes institucionais da Polícia Militar e Corpo de Bombeiros Militar que atuam junto ao SIOP.
As palestras do evento foram ministradas pelo delegado de polícia civil e diretor do SIOP, Ricardo Real, Jamesson Carlos Cardoso Vasconcelos, da Diretoria de Fiscalização Urbana, o Major Cleutrer Silas Pereira Gomes, coordenador operacional do SIOP e o 2º Tenente Kelber Wilker da Costa, coordenador operacional do SIOP.
Durante toda a manhã, os palestrantes abordaram temáticas sobre as legislações nacional e municipal, aplicadas as demandas e efetuaram estudos de casos para exemplificar situações que podem gerar conflitos no atendimento. Além disso, com base na legislação vigente, os palestrantes conseguiram dirimir as principais dúvidas quanto aos procedimentos técnicos a serem utilizados no atendimento a ocorrências do tipo em toda a capital, em face da implantação do protocolo integrado de perturbação do sossego.
Para o diretor do SIOP, delegado Ricardo Real, a iniciativa é de grande valia, uma vez que as ocorrências de perturbação do sossego acontecem com muita frequência em Palmas. “é muito importante realizar os estudos sobre os protocolos de atuação dos órgãos fiscalizadores e também das forças de segurança a fim de solucionar essa problemática que afeta milhares de pessoas diretamente e pode, inclusive, evoluir para delitos mais graves como lesões corporais e até mesmo, em casos mais graves, homicídios”, frisou o diretor.
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Edição: Geórgia Milhomem
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