Em ação de prevenção a conflitos agrários, Polícia Civil deflagra operação e apreende armas de fogo no interior do Estado

Ações ocorreram na zona rural de Lagoa do Tocantins e resultaram nas prisões de dois indivíduos
por Rogério de Oliveira
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Armas de fogo apreendidas pela Polícia Civil em Lagoa do Tocantins - Foto: DICOM SSP TO file_download

Com o objetivo de prevenir conflitos por posse de terras, na região central do Estado, a Polícia Civil deflagrou nesta sexta-feira, 20, uma grande operação na zona rural de Lagoa do Tocantins, a qual já resultou nas apreensões de duas armas de fogo e nas prisões de dois indivíduos.



 

A ação foi realizada pela 77ª Delegacia de Lagoa do Tocantins, com apoio de policiais civis da 5ª DP de Palmas. 



 

Conforme explica o delegado Fabrício Piassi, a ação também  busca trazer mais paz e tranquilidade aos produtores e lavradores e demais pessoas que vivem na zona rural. “A Polícia Civil tem intensificado as ações no sentido de coibir os conflitos pela posse da terra, desarmar a população e evitar que casos de ameaças e até algo mais grave possa acontecer”, frisou. 



 

Apreensões de armas de fogo e prisões em flagrante


 

Em razão das buscas, os policiais civis apreenderam uma espingarda, calibre 28 com 4 munições intactas, além de uma espingarda, modelo bate-bucha com 11 munições não deflagradas, bem como pólvoras e balins para composição de munições. As armas estavam em poder de dois posseiros, sendo um de 54 e outro de 63 anos, os quais foram presos em flagrante por posse ilegal de arma de fogo. 


 

Porém, como trata-se de crime afiançável, os dois indivíduos pagaram a fiança arbitrada pela autoridade policial e, com isso, obtiveram o direito legalmente previsto de responder aos processos em liberdade. As ações policiais terão continuidade, sobretudo, nas regiões rurais da localidade conhecida como Lagoa Vermelha, no intuito de pacificar a região. 


 

“Trata-se de uma ação permanente e firme realizada pela Polícia Civil, com intuito de trazer mais estabilidade a região, que tem sido palco de alguns conflitos entre posseiros, fazendeiros e demais habitantes dos locais em razão da posse da terra, com registros de ameaças, disparos de armas de fogo, intimidação e até mesmo incêndios em residências.  Desse modo, a Polícia Civil tem envidado todos os esforços na investigação no sentido de identificar autores e responsabilizá-los na forma da lei”, disse a autoridade policial. 


 

 














 

Edição: Vania Machado

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