Operação desvenda mais um golpe na pirataria de CDs

A SSP - Secretaria da Segurança Pública do Tocantins desfecha mais um golpe contra a pirataria de CDs. Por meio da Delegacia de Costumes Jogos e Diversões está sendo realizado desde às 9h30 desta sexta-feira, 1º, uma nova edição da Operação Corsário, em Araguaína, Colinas e Guaraí, com a participação das respectivas delegacias regionais. Para a etapa de Araguaína, a Polícia Civil acionou cerca de 50 agentes, peritos, delegados e escrivães.
por Gilvan Nolêto
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A SSP - Secretaria da Segurança Pública do Tocantins desfecha mais um golpe contra a pirataria de CDs. Por meio da Delegacia de Costumes Jogos e Diversões está sendo realizado desde às 9h30 desta sexta-feira, 1º, uma nova edição da Operação Corsário, em Araguaína, Colinas e Guaraí, com a participação das respectivas delegacias regionais. Para a etapa de Araguaína, a Polícia Civil acionou cerca de 50 agentes, peritos, delegados e escrivães.O delegado titular da Delegacia de Costumes, Geraldo Donizete, ainda não informou a previsão de quantos CDs devem ser apreendidos, mas dos oito pontos identificados em Araguaína, na tarde de ontem, em apenas um deles foram apreendidos 8 mil CDs, até o meio-dia. Um balanço geral será divulgado às 17h.Nas edições anteriores da Operação Corsário, realizadas em Palmas e Gurupi no final do ano passado e início deste ano, cerca de 50 mil CDs foram apreendidos. Os CDs são periciados no Instituto de Criminalística da Polícia Técnica, onde os exames constatam a autenticidade ou não, de cada unidade.Os piratas falsificam DVDs, fitas VHS, CDs, VCDs (filmes gravados em CD), capas de filmes, fitas adesivas de estúdios americanos de cinema e até matrizes com logotipos de distribuidoras. Mas de acordo com Donizette, quem for pego comercializando CDs piratas será autuado em flagrante, podendo ser penalizado com dois a quatro anos de reclusão e multa.No Brasil existem 6.200 processos criminais instaurados por pirataria de obras audiovisuais e cerca de 30 pessoas foram condenadas nos últimos três anos. Na Capital do Tocantins, no entanto, depois que a Operação Corsário foi deflagrada, ficou difícil a aquisição de Cds, fitas e DVDs pirateados na Capital. Quanto ao destino dos CD’s apreendidos nas edições anteriores, o delegado disse que a Secretaria está aguardando a liberação da Justiça para sua destruição. “Nossa intenção é triturá-los e não incinerá-los, para que não haja prejuízo ao meio ambiente”, concluiu.

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