Marcelo Miranda recebe proposta para reestruturar secretaria

Criar a ouvidoria de polícia, o núcleo de apoio psicossocial, a superintendência técnica cientifica, a diretoria de policia metropolitana e especializada e ainda instalar a comissão permanente de processo administrativo. Estas foram as propostas de reestruturação da SSP - Secretaria da Segurança Pública, que o governador Marcelo Miranda recebeu do secretário Júlio Resplande, na tarde desta segunda-feira, 18.
por Elisangela Farias
-

Criar a ouvidoria de polícia, o núcleo de apoio psicossocial, a superintendência técnica cientifica, a diretoria de policia metropolitana e especializada e ainda instalar a comissão permanente de processo administrativo. Estas foram as propostas de reestruturação da SSP - Secretaria da Segurança Pública, que o governador Marcelo Miranda recebeu do secretário Júlio Resplande, na tarde desta segunda-feira, 18.As propostas citadas fazem parte da nova estrutura básico-operacional da Secretaria. “Precisamos atualizar a estrutura da Pasta, a natureza de cada função e a sua dimensão“, ressaltou Resplande.Segundo o secretário, as mudanças serão importantes, já que o Tocantins cresceu e, conseqüentemente, as ações desenvolvidas pela Secretaria. “O Estado cresceu socioeconomicamente. Demograficamente é preciso que nós ampliemos os organismos de ação da segurança para que possa atender toda a demanda“, justificou.Durante a audiência, o secretário, além de apresentar as mudanças para a Pasta, pediu ao governador que abrevie o encaminhamento das propostas para o legislativo, já que estas fazem parte do estatuto da Polícia Civil. “O estatuto é uma das prioridades de modernização dos serviços policiais com maior comprometimento da função policial no seu exercício com a sociedade”, explicou.Para finalizar, Resplande afirmou que com esta nova estrutura, a SSP estará trabalhando em sintonia com a sociedade. “Vamos também criar a ouvidoria de polícia, isso prestará um grande serviço à sociedade. Trabalharemos sob olhares permanentes e a censura da sociedade. É preciso que isso aconteça porque ninguém é dono da função e não poder ter essa pretensão”, concluiu.

keyboard_arrow_up