Jogos de azar continuam na mira da Polícia

A Polícia Civil continua a apertar o cerco contra a permanência de jogos de azar no Estado. Em mais uma ação da Operação Game Over, cerca de 40 policiais fecharam uma casa de jogos na Capital, na tarde desta quarta-feira, 14. Os policiais cumpriram mandado de busca e apreensão expedido pelo juiz titular do Juizado Especial Criminal da Comarca de Palmas, Gilson Coelho Valadares, contra o Diamante Bingo, localizado na Avenida JK.
por Lisane Braga
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A Polícia Civil continua a apertar o cerco contra a permanência de jogos de azar no Estado. Em mais uma ação da Operação Game Over, cerca de 40 policiais fecharam uma casa de jogos na Capital, na tarde desta quarta-feira, 14.Os policiais cumpriram mandado de busca e apreensão expedido pelo juiz titular do Juizado Especial Criminal da Comarca de Palmas, Gilson Coelho Valadares, contra o Diamante Bingo, localizado na Avenida JK.Na casa de jogos, a polícia conseguiu apreender materiais que têm ligação com a prática de contravenção penal ou crime, como máquinas de sorteio, cartelas de bingo e ainda computadores, “que serão encaminhados à perícia e posteriormente colocados à disposição da Justiça”, afirmou o coordenador de Polícia Metropolitana Especializada, Deusimar Amorim.Já o delegado responsável pela operação, Geraldo Donizete, explica que o funcionamento de bingos é proibido, porém, alguns funcionavam sob a proteção de liminares, mas não é o caso do Diamante Bingo, que permanecerá lacrado até a conclusão pericial. Junto com a apreensão, foi lavrado o TCO - Termo Circunstanciado de Ocorrência, ao qual responderão os 33 funcionários da casa, dentre eles a gerente administrativa, Márcia Moreira, que confessou receber cerca de 100 jogadores por dia.Quanto aos jogadores flagrados no momento da operação, o delegado Donizete informou que todos eles foram identificados e serão intimados a prestarem depoimento à polícia.A Secretaria da Segurança Pública pretende mesmo exterminar a prática de jogos ilegais no Tocantins, que contribuem os crimes de lavagem de dinheiro e sonegação fiscal. Segundo o coordenador da CPME, Deusimar Amorim, a operação não tem prazo determinado para terminar e as ações se estenderão por todo o Estado.

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