Com o objetivo de transformar o cooperativismo e o associativismo em importantes forças econômicas para o Estado, o governo do Tocantins, por meio da Seagro Secretaria da Agricultura Pecuária e Abastecimento, e do Ruraltins Instituto de Desenvolvimento Rural do Tocantins, está fazendo diagnóstico e levantamento de áreas degradadas em propriedades vinculadas a cooperativas e associações do Estado, bem como atualizando o cadastro dessas instituições com o objetivo de mapear aquelas ativas ou não. O trabalho está sendo desenvolvido por técnicos da Seagro e do Ruraltins com recursos do Governo Federal, através de Projeto de Fomento a Divulgação de Técnicas Conservacionistas. Previsto para encerrar em agosto próximo, o projeto conta com 109 técnicos em campo para efetivar em tempo hábil os serviços de levantamento, diagnóstico e atualização cadastral, com vistas ao melhoramento dos setores. O Estado conta com 19 cooperativas do ramo agropecuário e três de crédito. Segundo informações da OCB/TO Sindicato e Organização das Cooperativas do Estado do Tocantins, estes dois ramos geram anualmente cerca de 830 empregos diretos e reúnem um total de 5.200 associados. Já o número total de associações cadastradas pela Seagro é de 820 em todo o Estado, 87% são associações de produtores rurais, 10%, de moradores e 3% de associações escolares. O cooperativismo e o associativismo são segmentos organizados que, embora diferentes na sua constituição, têm os mesmos objetivos e finalidades, que é a busca de soluções para problemas comuns. De todas as categorias de cooperativas, a de maior crescimento é a de produtores rurais, que no mundo abrange cerca de 900 milhões de associados. No Brasil, o primeiro ramo cooperativista a surgir foi o de produção agropecuária, em 1847, numa colônia do Paraná. Já o ramo de crédito teve sua primeira cooperativa em 1902, no Rio Grande do Sul. Para a coordenadora de cooperativismo e associativismo da Seagro, Maria Maritê, essas ações fazem parte das políticas públicas, tanto federais quanto estaduais para o desenvolvimento de setor agropecuário. Por ser este setor que origina a matéria prima para os demais setores, é necessário contar com a sensibilidade das autoridades para o fortalecimento constante do mesmo.
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