Corpo de tenente-coronel será sepultado em Miracema

O corpo do tenente-coronel Miranda Neto será velado no Quartel do Comando Geral da PM – Polícia Militar, já nesta sexta-feira, 29. O tenente-coronel faleceu por volta das 16h, no Hospital de Referência de Palmas. O sepultamento será no sábado, 30, no cemitério Municipal de Miracema. O tenente foi uma das vítimas do acidente ocorrido na noite de quinta-feira, 28, no retorno de Peixe a Palmas.
por Luciane Goebel e Samuel Daltan
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O corpo do tenente-coronel Miranda Neto será velado no Quartel do Comando Geral da PM – Polícia Militar, já nesta sexta-feira, 29. O tenente-coronel faleceu por volta das 16h, no Hospital de Referência de Palmas. O sepultamento será no sábado, 30, no cemitério Municipal de Miracema. O tenente foi uma das vítimas do acidente ocorrido na noite de quinta-feira, 28, no retorno de Peixe a Palmas.

O falecimento de Miranda Neto gerou comoção entre seus colegas de profissão. Segundo o secretário-chefe da Casa Militar, Coronel Nunes, “ele era, além de um grande companheiro e bom amigo, um excelente profissional, muito atencioso nos serviços em que exercia.”

O tenente-coronel, 42 anos, era subsecretário da Casa Militar, encarregado da segurança pessoal do governador Marcelo Miranda. Era casado com Ludmila Cristian Barreto e tinha dois filhos, Raimundo Gabriel e Rayane.

Um oficial de grande prestígio para a corporação, o Tenente-Coronel constituiu ao longo de vários anos de trabalhos prestados à Polícia Militar do Tocantins. No início da carreira, foi ajudante-de-ordens do ex-governador Moisés Avelino (PMDB). Foi comandante das Companhias da PM de Minaçu, em Goiás, e Dianópolis, Miracema e Gurupi, no Tocantins. Miranda Neto participou de grandes operações de vulto da PM, entre elas, a que resultou na morte de quatro bandidos que haviam assaltado a fazenda do empresário Wagner Canhedo, na região de Formoso do Araguaia. O tenente também participou de um confronto armado, em 1996, na cidade de Natividade, com quatro meliantes de alta periculosidade, fugitivos da Capaigo (Caso Pareja) que, após após praticarem roubos na região, foram perseguidos no mato durante uma semana, ocasionando a prisão de um meliante e a morte dos outros três. No confronto, um Soldado PM veio a óbito.

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