UNACON/HRA realiza curso sobre ozonioterapia

As orientações foram repassadas a enfermeiros e técnicos de enfermagem da unidade
por Gláucia Mendes/Governo do Tocantins
-
Curso foi realizado na UNACON para equipe de Enfermagem. Foto: Gláucia Mendes/Governo do Tocantins file_download

A Unidade de Assistência de Alta Complexidade em Oncologia (UNACON/HRA) realizou na  quarta-feira, 05, um curso sobre noções de ozonioterapia, para enfermeiros e técnicos da unidade. A terapia faz uso do ozônio medicinal para tratar várias condições de saúde e pode ser usada para tratamento em pacientes oncológicos.

Segundo o supervisor da UNACON, Euclides Bonamigo, “a técnica já é reconhecida e regulamentada pelo Ministério da Saúde por meio da Portaria nº 702, de 2018. Sendo assim, trata-se de uma terapia legalizada, segura e que pode ser incorporada ao cuidado de forma complementar, beneficiando ainda mais os nossos pacientes".

A palestrante enfermeira Maria Eduarda Araújo Mourão destacou que, “o aparelho de ozonioterapia faz parte das práticas integrativas e complementares em saúde. Ele não está diretamente ligado à nutrição, como alguns podem pensar, mas sim a uma abordagem holística do cuidado ao paciente. Essa terapia tem funções importantes, como desinflamação, desintoxicação e aceleração do processo de cicatrização. Nos curativos, por exemplo, temos observado uma resposta muito rápida com a utilização da ozonioterapia, lesões que poderiam levar cerca de 30 dias para cicatrizar e apresentam melhoras significativas já na primeira semana de aplicação”.

O técnico de enfermagem, Lourivan Alves Barroso disse que, “tirei muitas dúvidas sobre a forma de tratar pacientes. Não sabia que essa aplicação era anti-inflamatório e que mata bactérias e também serve para a melhorar a imunidade dos pacientes. É uma forma muito importante e eficaz para tratar e melhorar a qualidade de vida dos pacientes. Um fator importante que aprendi é que se trata de um procedimento que tem que ser feito por profissionais habilitados e com conhecimento sobre essa aplicação. Pois apresenta restrições desse tratamento para alguns casos específicos em pacientes com problemas renais cardíacos e com plaquetas baixas”. 

Revisão Textual: Aldenes Lima/Governo do Tocantins

keyboard_arrow_up