A Secretaria de Estado da Saúde (SES-TO) participa do Seminário Nacional de Tuberculose em Pessoas Privadas de Liberdade, que tem o objetivo de deliberar ações para o tratamento da tuberculose dentro das prisões com eliminação dos casos até 2030. A iniciativa é do Ministério da Saúde (MS) em parceria com a Secretaria Nacional de Políticas Penais (SENAPEN) que finaliza na quinta, 08, em Brasília.
Entre os assuntos debatidos no seminário está a Tuberculose e população privada de liberdade: ações estratégicas e colaboração; Programa Brasil Saudável na eliminação de doenças determinadas socialmente: perspectivas para população privada de liberdade; Panorama e impacto da TB na população privada de liberdade no Brasil: avanços e desafios; e Diagnóstico de TB em PPL Moderador.
A participação do Tocantins propõe intensificar as ações de combate à tuberculose, contribuindo para um sistema prisional mais saudável e um estado mais protegido contra essa doença que ainda é um grave problema de saúde pública. E também fortalecer parcerias e articular ações intersetoriais, essenciais para um enfrentamento eficaz da tuberculose nas prisões, promovendo não apenas a saúde dos privados de liberdade, mas também a saúde coletiva da nossa população.
A enfermeira da Superintendência de Políticas de Atenção à Saúde do Tocantins (SPAS/SES-TO), Helloysa Gouveia Milhomem ressaltou que, “as experiências compartilhadas e conhecer práticas exitosas podem ser adaptadas à nossa realidade. Esse intercâmbio de conhecimentos certamente contribuirá para fortalecer as ações de controle da tuberculose nas unidades prisionais tocantinenses, desde a capacitação das equipes de saúde até o aprimoramento dos fluxos de diagnóstico, tratamento e monitoramento dos casos”.
“A meta é a eliminação da doença até 2023 e o Tocantins vai intensificar as ações de atenção à saúde da população prisional. Isso é uma prioridade, pois a tuberculose representa um grande desafio, não apenas pela sua alta transmissibilidade em ambientes fechados, mas também pelos impactos sociais e econômicos que acarreta”, disse a enfermeira da área técnica da Tuberculose no Tocantins, Vandecleia Luciano da Silva.
Revisão Textual: Aldenes Lima/Governo do Tocantins
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