Técnicos participam de XIV Reunião Anual de Doença de Chagas e Leishmaniose Visceral

por Camilla Negre/ Governo do Tocantins
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Camilla Negre/ Governo do Tocantins

Focados em debater avaliações e metas estratégicas prioritárias para vigilância e controle, técnicos da Secretaria de Estado da Saúde, coordenadores municipais de combates as endemias de vigilância epidemiologia e coordenadores da atenção básica, participam da XIV Reunião Anual de Doença de Chagas e Leishmaniose Visceral.

A Cada semana participam das ações, duas regiões de saúde, o treinamento dura dois dias e meio para cada região e segue até o dia 16 de março, abordando ainda a orientação participativa, construção do plano de trabalho para a execução das ações de vigilância e controle das doenças de chagas e leishmanioses no Tocantins.

O assessor técnico das Leishmanioses, Júlio Bigeli, destacou que essa reunião é um momento único para as áreas da vigilância. “Talvez seja o único momento do ano que conseguimos reunir todos os municípios agrupados por região de saúde e discutir todas as estratégias dos programas, desde uma avaliação do que vem sendo feito, sempre apresentar uma proposta nova, que vai surgindo, passa por uma capacitação. É um momento que já é tradição então temos uma adesão muita boa dos municípios”, disse.  

Ainda segundo o assessor, esse ano foram agregadas áreas de operação de campo que estão fazendo um treinamento de operação de um sistema de informação para solicitação de insumos.  

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Em cooperação com a Organização Pan Americana (OPAS), foram apresentamos muitas novidades dentro do trabalho que as áreas técnicas já realizavam e novas propostas para esse ano. “O grande produto final dessa reunião são planos de ação da leishmaniose visceral. É um documento que vai nortear todo o trabalho de controle deles durante o ano, com metas, avaliações por exemplo. Dividimos entre grupos prioritários com os demais municípios com transmissão esporádica”, destacou Júlio.

O técnico disse ainda que orientações e atualização são concentradas nos coordenadores com perspectiva de “capilarizarem essas informações até chegar a ponta nos agentes de endemias, de saúde, enfermeiros, médicos. Organizar a rede, seguir os protocolos sempre alinhados com a proposta do Ministério da Saúde”.  

A responsável pelo programa de vigilância e controle das Leishmanioses, Chagas e Malárias de Araguaína, Ketren Carvalho Gomes, disse que os técnicos precisam de momentos como esse, para avaliares ações e trocas de experiências.

“Uma situação que vivemos em nosso município, pode ser referência para que outro município, que não tenha vivenciado ainda. Sempre tem uma informação nova, para implantarmos em nosso serviço, em nosso dia a dia. É importante também fazer essa multiplicação de conhecimentos para toda equipe”, concluiu.

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