Técnicos da atenção primária trabalham na construção do Planejamento Anual de Saúde 2018

por Camilla Negre/ Governo do Tocantins
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A Diretoria de Atenção Primária da Secretaria de Estado da Saúde reuniu os técnicos das áreas da Atenção Primária nesta segunda-feira, 14, e realizou o quinto momento da “Oficina de trabalho da atenção primária para construção e planejamento integrado: um novo olhar sobre o território”. A realização das oficinas faz parte do processo de construção do Planejamento Anual de Saúde, o PAS 2018.

Na oficina estão sendo apresentadas informações como o perfil da saúde da população das oito regiões de saúde: Bico do papagaio, Médio Norte Araguaia, Cerrado Tocantins Araguaia, Cantão, Capim Dourado, Amor Perfeito, Ilha do Bananal e Sudeste, e os dados populacionais de renda e Índice de Desenvolvimento Humano (IDH).

O objetivo geral dos encontros, de acordo com a diretora de Atenção Primária, Gilian Cristina Barbosa, é fazer com que as diversas áreas da atenção primária, áreas estratégicas como a saúde da família, saúde bucal e saúde prisional, por exemplo, se apropriem dos problemas de saúde das regiões e possam elaborar um planejamento mais assertivo para as dificuldades elencadas.

“Todo esse esforço e esse processo de trabalho é para a atenção primária possa apoiar os municípios naquilo que eles realmente precisam. Pretendemos elencar os problemas prioritários que esses municípios enfrentam e por meio da nossa competência, que é prestar assessoria técnica e monitoramento, possamos cooperar com o município pra ele ser resolutivo”, destacou.

Viviane Paiva, da gerência de Áreas Estratégicas para Cuidados Primários considera o momento muito importante. “É uma oportunidade que temos de refletirmos sobre a maneira como temos feito esse apoio aos municípios e a forma como temos atendido as demandas. Pensamos em intervenções diretas e indiretas e o melhor preparo das equipes que temos para oferecer apoio mais sistematizado e fidedigno a realidade dos territórios”.

Isabela Soares, da gerência de Ciclos de Vida reforçou que todos os técnicos envolvidos na oficina estão tendo a oportunidade de conhecer profundamente o território onde estão trabalhando. “Os técnicos foram divididos de acordo com as regiões de saúde e trabalham os indicadores e estudos aprofundados, baseados em estudos para atender a necessidade do território”.

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