A Secretaria do Estado da Saúde (Sesau) está recebendo contribuições para aperfeiçoamento de protocolos de acolhimento e fluxo de atendimento de 50 doenças ou agravos de interesse para os serviços de saúde pública no Tocantins. Podem contribuir profissionais da saúde, representantes dos Conselhos Regionais de Medicina, Enfermagem e Farmácia, representantes do Conselho de Secretários Municipais de Saúde do Tocantins (Cosems-TO), do Conselho Estadual de Saúde (CES) e comunidade em geral.
Para receber as sugestões, a Sesau criou um espaço online para consulta dos protocolos e recebimento de sugestões e críticas no site www.saude.to.gov.br. As contribuições podem ser enviadas à Sesau até o dia 20 de dezembro deste ano pelo e-mail vigilância.protocolo@gmail.com .
Os protocolos contêm fluxos e orientações para acolhimento e classificação de pacientes suspeitos de doenças ou agravos e casos acometidos por violências ou acidentes. “Os protocolos são manuais que contém todas as orientações e recomendações necessárias para avaliação, manejo clínico de pacientes ou um grupo de indivíduos acometidos por alguma doença ou agravo de interesse para saúde pública”, explica a superintendente de Vigilância, Prevenção e Promoção à Saúde, Liliana Fava.
Todos os protocolos abertos à chamada pública foram elaborados pelo corpo técnico multiprofissional da Superintendência de Vigilância, Prevenção e Promoção à Saúde. Entre eles constam, inclusive, protocolos considerados inéditos, como o Protocolo para Doença Ocular de Etiologia Desconhecida (Doed), Ebola e o Protocolo de Acolhimento à Diversidade.
O fonoaudiólogo e técnico da Gerência Estadual das Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST/Aids), Alexandre Araripe, explica que o Protocolo de Acolhimento à Diversidade está sendo sugerido para que unidades de saúde, centros de especialidades e hospitais do Estado acolham devidamente a população de Lésbicas, Gays e Bissexuais nos serviços de saúde de modo que o atendimento seja prestado com a devida atenção aos aspectos inerentes à individualidade do paciente e à diversidade sexual.
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