Em busca de promover assistência ininterrupta e pontual, bem como as ações de prevenção, a Secretaria de Estado da Saúde (SES-TO) reuniu-se com os representantes dos municípios impactados pela queda da ponte Juscelino Kubitschek de Oliveira, que liga os estados do Tocantins e Maranhão. O encontro ocorreu na sede da Pasta e teve a participação do Conselho de Secretários Municipais de Saúde (Cosems), Distrito Sanitário Especial Indígena (Dsei) e do Ministério da Saúde (MS).
“Nossas equipes de Vigilância já estão na região realizando orientações para prevenção de doenças e agravos e hoje debatemos parceira para os gargalos assistenciais que os municípios estão enfrentando agora. O Governo do Tocantins não está omisso, o próprio governador Wanderlei já esteve no local por várias vezes e fez tratativas com o estado vizinho e o Governo Federal”, afirmou o secretário de Estado da Saúde, Carlos Felinto.
Segundo o secretário de saúde de Aguiarnópolis e diretor financeiro do Cosems, Jarmondes Carlos da Silva, “já recebemos do Estado visitas de equipes e informes para secretários e técnicos e agora precisamos de suporte direcionado à população. A população flutuante é muito grande agora e o Estreito faz falta para a assistência, por isso, precisamos do apoio do Estado”.
O superintendente do MS no Tocantins, Relmivam Milhomem pontuou que, “as equipes do Ministério também estão no local desde o acontecimento da queda e estamos alinhando as melhores estratégias para garantir uma saúde pública de qualidade e manter a população bem assistida”.
No encontro, com participação dos municípios de Palmeiras, Tocantinópolis e Filadélfia, foi definido uma nova reunião na segunda-feira, 24, quando serão apresentadas as ações já realizadas, as iniciadas e as demandas a serem atendidas, para a elaboração de um plano de ação a ser implementado.
A tragédia
Em 22 de dezembro de 2024, a ponte Juscelino Kubitschek de Oliveira, que conectava os municípios de Estreito/MA e Aguiarnópolis/TO desabou, resultando em uma tragédia com morte e desaparecimento de pessoas. O colapso ocorreu no trecho central da ponte de 533 metros, construída na década de 1960, levando diversos veículos a caírem no Rio Tocantins.
Revisão Textual: Aldenes Lima / Governo do Tocantins
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