A Secretaria de Estado da Saúde (SES-TO) recebeu na quinta-feira,18, uma equipe de Santa Catarina que é referência no Brasil, quanto ao protocolo de classificação de risco. A ferramenta é utilizada em serviços de saúde para organizar o atendimento dos pacientes, priorizando casos mais urgentes e graves com base na sua condição clínica. O objetivo é garantir um atendimento mais rápido, seguro e efetivo para os pacientes.
A gerente do Sistema de Urgência e Emergência da SES-TO, Maria das Graças Rios explica que, “o Protocolo de Acolhimento com Classificação de Risco permite identificar rapidamente a gravidade dos casos, garantindo que os pacientes mais críticos sejam atendidos com urgência. Isso melhora a eficiência do serviço, otimiza o uso dos recursos disponíveis e aumenta a segurança dos pacientes, reduzindo riscos de complicações e mortes. Além disso, o protocolo promove um atendimento mais humanizado, com acolhimento qualificado, e contribui para a padronização dos procedimentos, facilitando a capacitação dos profissionais e a melhoria contínua do serviço”.
“Tendo em vista que o Protocolo do Estado do Tocantins necessita de revisão e atualização, nós convidamos a equipe da Superintendência de Urgência e Emergência de Santa Catarina, que é referência, para que juntamente com as áreas técnicas responsáveis, possamos trabalhar em parceria e desenvolver melhorias aos serviços prestados na saúde do Estado”, completou a gerente.
Segundo a Gerente de Atendimento Pré-Hospitalar Fixo (GEAPF) da Superintendência de Urgência e Emergência da Secretaria de Estado da Saúde de Santa Catarina (SES-SC), Emanuella Soratto, “hoje, o Estado de Santa Catarina tem protocolo próprio, implantado nos hospitais próprios estaduais e também nos estabelecimentos de urgência e emergência municipais e contratualizados. A SES-SC, através da GEAPF, disponibiliza o protocolo, a capacitação em curso EAD autoinstrucional, um aplicativo para instrumentalizar o profissional classificador e um painel BI para monitoramento de indicadores da classificação de risco. Então, estou prestando uma consultoria para a Superintendência dos Hospitais Próprios e para a Superintendência de Políticas de Atenção à Saúde da SES-TO para desenvolvimento de um plano de ação para atualizar o protocolo estadual existente e implantar em todo o Estado".
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