A Secretaria de Estado da Saúde (SES-TO) realizou, na sexta-feira, 24 de abril, o Encontro sobre Hemofilia do Estado do Tocantins, com o objetivo de fortalecer o cuidado e promover a troca de experiências entre pacientes e profissionais de saúde.
A programação contou com momentos de integração, além de debates sobre diagnóstico, tratamento e os principais desafios enfrentados no dia a dia das pessoas com hemofilia. Também foram abordados temas como a importância do acompanhamento contínuo, cuidados com as articulações, prevenção de complicações e adesão ao tratamento. O encontro ainda abriu espaço para a partilha de vivências, emoções e práticas de autocuidado, fortalecendo o vínculo entre pacientes e a equipe de saúde.
A superintendente da Hemorrede do Tocantins (Hemoto), Natyele Rodrigues, destacou a relevância da iniciativa. “A realização deste encontro representa um avanço importante no cuidado às pessoas com hemofilia no Tocantins. Nosso objetivo é promover um espaço de escuta, orientação e troca de experiências, fortalecendo a rede de apoio e garantindo mais qualidade de vida aos pacientes”, afirmou.
A médica pediatra do Ambulatório de Hematologia do Hospital Geral de Palmas (HGP), Rebeca Garcia de Paula, ressaltou que o evento também contribui para ampliar o engajamento e a visibilidade sobre a condição. “Este momento fortalece o vínculo com os pacientes e amplia o conhecimento sobre a hemofilia, que é uma doença crônica e que exige acompanhamento contínuo. Também é uma oportunidade de conhecer novas terapias e buscar avanços no tratamento”, explicou.
Para a assistente social do Ambulatório de Hematologia do HGP, Reijane Carvalho da Luz, o encontro também foi importante para os profissionais. “Está sendo uma experiência muito rica, tanto para os servidores quanto para os pacientes. A troca com outros profissionais e com os próprios usuários contribui para aprimorar nosso atendimento no dia a dia”, destacou.
Hemofilia
Segundo o Ministério da Saúde, a hemofilia é uma doença genética e hereditária caracterizada pela deficiência ou ausência de fatores de coagulação no sangue, o que dificulta a formação de coágulos e provoca sangramentos prolongados. Esses episódios podem ocorrer de forma espontânea ou após traumas leves, sendo mais comuns em articulações, músculos e outros tecidos.
A condição é crônica e não tem cura, mas possui tratamento eficaz, que permite melhor qualidade de vida quando realizado de forma adequada e contínua. contínua.
Edição: Flávia Mendes/Governo do Tocantins
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