Nos dias 22 e 23 de janeiro, a Articulação Tocantinense de Agroecologia (ATA) realizou encontros com diversas instituições públicas para discutir a criação da Política Estadual de Agroecologia e Produção Orgânica. A proposta, elaborada desde novembro de 2024, visa promover práticas sustentáveis e garantir a preservação ambiental no Tocantins. A Secretaria de Estado da Saúde (SES-TO) participou ativamente das discussões, destacando o impacto direto dessas práticas na saúde pública.
Os encontros ocorreram na Defensoria Pública do Estado do Tocantins (DPE-TO) e reuniram representantes da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), do Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA), entre outros órgãos.
A técnica da Vigilância em Saúde Ambiental da SES-TO, Silene Miranda Lima, ressaltou que "as práticas agroecológicas são fundamentais para a proteção da saúde da população, especialmente nas áreas rurais expostas a agrotóxicos. É essencial incorporar essas práticas nos planos municipais de saúde, visando a proteção das comunidades mais vulneráveis".
A criação de uma política para regulamentar a agroecologia no Tocantins foi apoiada por várias instituições. Marco Túlio Nascimento, da Conab, e Diego Montelo, do MDA, destacaram a importância de avançar na legislação e incentivar a produção agroecológica no estado. Movimentos sociais, como o MIQCB, também se posicionaram a favor de um modelo de produção mais saudável e sustentável.
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