O teste do pezinho é o exame que detecta sete tipos de doenças em recém-nascidos. Sabendo da importância do exame, a Secretaria de Estado da Saúde (SES-TO) orienta a população sobre o atendimento realizado no ambulatório referência em triagem neonatal, do Hospital Geral de Palmas (HGP). Além disso, a Pasta reforça a recomendação para que os pais fiquem atentos à realização do exame e seus resultados.
O exame é ofertado gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS) tocantinense aos 139 municípios e possibilita a identificação precoce de doenças metabólicas, genéticas e infecciosas, devendo ser realizado nos primeiros dias de vida do bebê. “Aqui contamos com vários especialistas, que realizam a triagem de paciente com teste do pezinho alterado, se necessário solicitar retestes e acima de tudo dar início ao tratamento do paciente o mais rápido possível após o diagnóstico confirmado”, ressaltou a coordenadora do Ambulatório Pediátrico/HGP, Jeanilde Coimbra.
A médica pediatra, Elaine Carneiro Lobo explicou que “ao receber o diagnóstico com alteração do teste do pezinho o município de origem faz a inserção da consulta do paciente no sistema de Regulação estadual (Sisreg) para o atendimento no ambulatório de referência em triagem neonatal do ambulatório pediátrico do HGP, o mais rápido possível”, explicou.
O ambulatório de referência em triagem neonatal já atendeu cerca de 108 crianças que seguem seu tratamento das doenças que foram detectadas no teste do pezinho. Uma delas é o pequeno Miguel Fernandes Dorta, de um ano e nove meses, que faz acompanhamento no local. “Ele começou o tratamento com três meses de idade, logo após recebermos o teste do pezinho que veio com alteração. Ele faz acompanhamento com nutricionista e com gastro mensalmente, faz uso de fórmula específica para a condição dele, que é fornecida pela Assistência Farmacêutica, e estamos sempre atentos ao que ele come para não dar alteração”, explicou a mãe, Edilaine Fernandes Carvalho.
Doenças detectadas
No teste do pezinho, são detectadas doenças como: toxoplasmose, fenilcetonúria, hipotireoidismo congênito, doença falciforme, hemoglobinopatias, fibrose cística, hiperplasia adrenal congênita e deficiência de biotinidase.
O teste
A coleta de sangue para o teste deverá ser feita entre o 3° e o 5° dia de vida e sempre após 48 horas da primeira amamentação/alimentação do recém-nascido. Não há impedimento para as crianças que passarem do prazo indicado. O Governo do Tocantins disponibiliza a análise, por meio de parceria com a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae), de Araguaína.
Revisão Textual: Aldenes Lima/Governo do Tocantins
✓ Compatível com leitores de tela (NVDA, JAWS, VoiceOver)
✓ Navegação por teclado (Tab, Enter, Esc, setas)
✓ Tradução em Libras via VLibras