Para assegurar um atendimento integrado às mulheres grávidas no momento do parto, puerpério e ao recém-nascido, a Secretaria de Estado da Saúde (SES-TO) promoveu na terça-feira, 25, uma reunião de alinhamento sobre a política de humanização do parto no Hospital e Maternidade Dona Regina (HMDR). O trabalho foi realizado na sede da Pasta e contou com a participação de profissionais da unidade hospitalar e das Superintendências de Política de Atenção à Saúde (SPAS), Unidades Próprias Hospitalares (SUPH) e Gestão Profissional e Educação na Saúde (SGPES).
Na política do Sistema Único de Saúde (SUS), o parto humanizado é um direito garantido a toda a gestante, que em conjunto com a equipe da unidade busca fazer com que essa paciente receba toda a assistência necessária, com suas escolhas ouvidas e respeitadas, tornando o momento seguro para todos os presentes.
“Falar sobre a política de humanização do parto é importantíssimo, porque a gente entende que o momento do parto é um momento em que a mulher, a criança, esse binômio, ele está em uma situação de fragilidade e para evitar momentos de risco aos presentes, há uma série de diretrizes e de práticas na política, que trazem um cuidado adequado, de acordo com o binômio e que respeitem a mulher no seu momento de parir”, comentou o coordenador da Humanização da SES-TO, Wendy da Cunha.
No Tocantins, o HMDR foi selecionado durante a Conferência de Saúde como a unidade modelo para o trabalho, por conta da referência no atendimento de urgência e emergência aos 139 municípios. “A SES-TO identificou a necessidade de chamar junto às áreas técnicas uma maior necessidade de escuta com os profissionais do HMDR para entender como está o cenário no momento, quais são as dificuldades, o que a unidade precisa avançar nisso e de que forma nós, enquanto Secretaria e áreas técnicas, podemos apoiar essa unidade a avançar nesse sentido”, acrescentou o coordenador.
“Como representante do HMDR, é importante discutirmos essa política transversal que trabalha desde a porta de entrada para discutirmos os indicadores e verificarmos as melhorias que podem ser realizadas. E como dizemos em nossa unidade, a política de humanização deve ser trabalhada pela gestão, trabalhadores e usuários e lá temos escutado as demandas dos processos de trabalho para tentar resolver junto com eles, com as suas tecnologias leves, sem muita intervenção, com aquilo que nós temos para juntos tentarmos resolver e melhorar o processo de trabalho”, relatou a assistente social e supervisora de Serviços Operacionais do HMDR, Millena Uchoa.
“A reunião foi de suma importância para a integração entres os pontos de Atenção no atendimento as gestantes e dos bebês no Tocantins. Teve como objetivo discutir as dificuldades na busca de soluções para garantir um atendimento resolutivo e humanizado ao parto e nascimento”, disse a assistente social da Área Técnica de Saúde da Mulher, Adriana Brito Costa Conceição.
Política de Humanização no SUS
A Política Nacional de Humanização (PNH) existe desde 2003 para efetivar os princípios do SUS no cotidiano das práticas de atenção e gestão, qualificando a saúde pública no Brasil e incentivando trocas solidárias entre gestores, trabalhadores e usuários. A PNH deve se fazer presente e estar inserida em todas as políticas e programas do SUS e promover a comunicação entre estes três grupos pode provocar uma série de debates em direção a mudanças que proporcionem melhor forma de cuidar e novas formas de organizar o trabalho.
Edição: Aldenes Lima/Governo do Tocantins
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