Nos dias 4 e 5 de março, especialistas, pesquisadores e profissionais da saúde de diferentes regiões do país se reuniram em São Paulo para discutir avanços, desafios e perspectivas da saúde bucal pública no Brasil. O encontro foi realizado na Faculdade de Odontologia da Universidade de São Paulo (FOUSP) e contou com a participação da Secretaria de Estado da Saúde do Tocantins (SES-TO), representada pelo técnico da Área de Saúde Bucal da Diretoria de Atenção Primária, Luiz Fernando Varrone.
A atividade integra uma série de encontros promovidos pela Alliance for a Cavity-Free Future (Aliança para um Futuro Sem Cárie), organização internacional dedicada à prevenção da cárie e ao fortalecimento de políticas públicas voltadas à saúde bucal.
De acordo com Luiz Fernando Varrone, a iniciativa faz parte de uma agenda internacional que já teve edições realizadas em países como Canadá e África do Sul, reunindo especialistas para avaliar o cenário da saúde bucal e debater estratégias que possam aprimorar a assistência oferecida à população no Sistema Único de Saúde (SUS).
“Participaram profissionais de diferentes regiões do Brasil, entre pesquisadores, estudiosos da área e trabalhadores que atuam diretamente nos serviços de saúde. O objetivo foi analisar como está organizada a saúde bucal pública no país, identificar experiências que apresentam bons resultados e discutir propostas que possam contribuir para o fortalecimento das políticas públicas”, explicou.
Durante o encontro, também foram discutidos os rumos do Programa Brasil Sorridente, estratégia do Governo Federal voltada à ampliação do acesso da população aos serviços odontológicos e ao fortalecimento das ações de promoção, prevenção e tratamento em saúde bucal.
Representantes do Ministério da Saúde participaram das discussões e, entre os encaminhamentos do evento, está a elaboração de um documento com propostas e recomendações construídas coletivamente pelos participantes.
Para o representante da SES-TO, o encontro contribuiu para ampliar o debate técnico e fortalecer a articulação entre profissionais e instituições que atuam na área. “Saímos com a percepção de que essa discussão terá continuidade. Existe a expectativa de que o Ministério da Saúde apoie a implementação de algumas mudanças debatidas durante o encontro”, destacou.
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