A Secretaria de Estado da Saúde (SES-TO) promove na quarta-feira, 29, o Dia Mundial e Nacional da Psoríase, com objetivo de conscientizar a população sobre essa doença inflamatória da pele não contagiosa, que se caracteriza por lesões descamativas avermelhadas, com descamação esbranquiçada em várias partes do corpo humano. Essas lesões apresentam coceira, dor e queimação na pele, afetando profundamente a autoestima e qualidade de vida dos pacientes. Pode ser desencadeada por fatores genéticos, emocionais ou ambientais.
Segundo dados de 2022 da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), a psoríase afeta cerca de 3% da população mundial, sendo 125 milhões de pessoas em todo o mundo, a faixa etária com maior incidência é a de idades entre 30 a 70 anos, sem distinção de gênero. No Brasil são afetadas 5 milhões de pessoas, a prevalência média da doença é de 1,3%, variando entre 0,9 a 1,1% nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste e 1,9% no Sul e Sudeste.
Pessoas que possuem psoríase podem procurar atendimento médico inicial na Unidade Básica de Saúde (UBS) mais próxima da residência. Na porta de entrada do SUS, é marcada consulta e acompanhamento com médico especialista, que direciona o paciente ao tratamento com eficácia, podendo realizar exames e iniciar administração medicamentosa. No Tocantins, a Assistência Farmacêutica dispõe medicamentos gratuitos a pacientes com psoríase, incorporados no Componente Especializado da Assistência Farmacêutica (CEAF), com objetivo de ofertar qualidade de vida aos pacientes diagnosticados.
“O cuidado maior que a pessoa portadora de psoríase deve ter é procurar o médico especialista dermatologista, para que possamos dar início ao tratamento o mais rápido possível e a pessoa tenha uma boa qualidade de vida. A psoríase hoje existe os tratamentos tópicos, medicamentosos e também os imunobiológicos, que é uma novidade para o portador de psoríase, com uma possibilidade de cura inclusive. Se trata de uma doença crônica que até então agora não tem cura, mas com a novidade dos probióticos deu-se uma boa evoluída na questão do tratamento”, afirmou o médico dermatologista do Hospital Regional de Augustinópolis (HRAUG), Dr. Paulo Erivan.
Revisão Textual: Aldenes Lima / Governo do Tocantins
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