A Secretaria de Estado da Saúde (SES-TO) realizou na quinta,06, uma aula de extensão, teórica e prática, dos Sistemas de Informação Sobre Mortalidade (SIM), sobre Nascidos Vivos (SINASC), Agravos de Notificação (SINAN), Vigilância do Óbito e o preenchimento da Declaração de Óbito (DO) para os alunos da Universidade Federal do Tocantins (UFT). A aula foi ministrada no Laboratório de Informática da Superintendência de Vigilância em Saúde (SVS) da /SES-TO para os acadêmicos do 6º período de Medicina.
Segundo a Gerente de Informação de Vigilância em Saúde, Clorizete Viana, "essa parceria tem como objetivo propiciar a compreensão da importância e operacionalização dos sistemas citados, além do treinamento sobre o preenchimento adequado da Declaração de Óbito, abordando os conceitos fundamentais, aspectos legais e éticos, diagnóstico e causa mortis, cenários clínicos, além da aplicação na prática com simulações do preenchimento correto. Vemos diariamente nas análises dos sistemas as falhas e incoerências dos preenchimentos, o que acarreta problemas na qualidade das informações, assim como nas estatísticas vitais. Essas estatísticas são primordiais para tomada de decisão e direcionamento das políticas públicas. Por isso, essa parceria com a universidade desde a formação é tão importante”.
"A emissão correta da Declaração de Óbito é uma responsabilidade médica e possui implicações significativas para a saúde pública, as estatísticas vitais e os processos legais. No entanto, muitos alunos de medicina e profissionais recém-formados enfrentam dificuldades ao preencher esse documento crucial, devido à falta de treinamento adequado durante a graduação. O curso de extensão proposto visa preencher essa lacuna educacional, oferecendo aos estudantes um entendimento profundo dos componentes do documento, das responsabilidades associadas à sua emissão e das melhores práticas para evitar erros comuns. Este curso é, portanto, uma resposta à necessidade urgente de melhorar a formação dos alunos de medicina nessa área crucial, com impactos positivos esperados tanto para a prática clínica quanto para a saúde pública em geral”, destacou a professora da UFT, Michelle de Jesus P. Filgueira.
Kaio Melo Cardoso, acadêmico de medicina da UFT, relata que "tivemos a grande oportunidade de aprender um pouco mais sobre os sistemas de informações em saúde como o sinan, sim e sinasc, que desempenham um papel crucial na vigilância epidemiológica, no planejamento de políticas de saúde e na tomada de decisões estratégias, esses sistemas contribuem para a melhoria da qualidade de vida e para a promoção da saúde da população. Além disso, aprendemos na prática a preenchermos a DO, que é uma ferramenta imprescindível para entendermos a saúde de uma população, prevenirmos doenças e salvar vidas através de formulações e implementações de políticas de saúde baseadas em evidências."
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