De 11 a 13 de março, a Secretaria de Estado da Saúde (SES), por meio da Superintendência de Vigilância em Saúde recebe a Região de Saúde Cerrado Tocantins Araguaia, na última rodada de encontros da XVI Reunião Anual de Doença de Chagas e Leishmaniose Visceral. Os eventos que começaram em 17 de fevereiro têm como objetivos apresentar a avaliação das metas relativas às atividades estratégicas prioritárias de vigilância e controle realizadas em 2019 e orientar a construção do plano de trabalho para a execução das mesmas no decorrer de 2020.
Segundo a diretora de Vigilância das Doenças Vetoriais e Zoonoses (DVDVZ), Mary Ruth Batista o balanço do evento é muito positivo. “Já tivemos anos com menos adesão e ficamos muito felizes em vermos a casa cheia em todas as etapas, pois em se tratando de vigilância, o monitoramento e o planejamento de ações são essenciais e este momento é pra isso”, destacou.
Os encontros que atendem à Resolução Nº588/2018 que institui a Política Nacional de Vigilância em Saúde (PNVS) também trazem orientações sobre os critérios para implantação do encoleiramento de cães nos municípios considerados prioritários no combate à Leishmaniose Visceral, pelo número de casos notificados e confirmados. “Temos alguns municípios em que precisamos ter uma atenção especial e por isso temos um momento específico e repassamos as normas para adesão deste projeto, em parceria com o Ministério da Saúde, o qual exige algumas ações como equipe técnica e física que atenda aos critérios. Principalmente pela necessidade de monitoramento e eficácia das ações de combate”, enfatizou o técnico da Gerência de Vigilância e Controle das Doenças Tropicais Negligenciadas, Julio Bigeli.
Nesta última etapa, estão presentes os municípios de Arapoema, Bandeirantes do Tocantins, Bernardo Sayão, Bom Jesus do Tocantins, Brasilândia do Tocantins, Centenário, Colinas do Tocantins, Colmeia, Couto Magalhães, Goianorte, Guaraí, Itacajá, Itapiratins, Itaporã do Tocantins, Juarina, Palmeirante, Pedro Afonso, Pequizeiro, Presidente Kennedy, Recursolândia, Santa Maria do Tocantins, Tupirama e Tupiratins.
Para o gerente de Vigilância Epidemiológica do município de Colinas do Tocantins, Pedro Santana Feitosa, “é o segundo ano que participo, no primeiro vim como auxiliar e este ano como gerente e isso faz uma diferença. As trocas de conhecimento são muito importantes, uma vez que em nosso município temos uma grande quantidade de barbeiros capturados anualmente”, destacou.
Casos
Em todo o Tocantins foram registrados 169 casos da Leishmaniose Visceral em 2019 e neste ano já foram registrados seis. Já a Doenças de Chagas Agudas teve oito casos registrados ano passado e em 2020 até agora zero.
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