Com a perspectiva de discutir a temática da Vacinação contra o Papilomavírus Humano (HPV), a Secretaria de Estado da Saúde (SES-TO), por meio da Gerência de Imunização, realiza no dia 18, às 14h, uma webconferência a fim de orientar profissionais de saúde e ampliar a cobertura vacinal.
Os dados são preocupantes: em 2019, o Estado imunizou apenas 37,7% dos meninos de 11 a 14 anos e 47,9% das meninas na faixa etária de 09 a 14 anos, sendo que a meta do Estado era imunizar 80% do público alvo.
A ação será mediada pelo médico cirurgião oncológico, Ricardo Rodrigues de Souza e pela médica oncologista clínica, Areta Agostinho Rodrigues de Souza e poderá ser acessada pelo link: http://www.telessaude.uft.edu.br/bbb/entrar-sala/588
O cirurgião oncológico, Dr. Ricardo Rodrigues Souza, é enfático, “enquanto temos uma vacina contra o HPV que previne o câncer, temos números que apresentam o câncer do colo de útero como o mais comum no Tocantins e o 3º mais comum no Brasil. Infelizmente estamos tratando de casos mais avançados que tem um custo muito alto, quando poderíamos prevenir e tratar casos em fase inicial ou chegar ao ponto não ter mais casos de câncer de colo de útero. Esta doença tem prevenção com a aplicação das duas doses da vacina contra o HPV e a realização dos exames de papanicolau, que podem indicar uma lesão em fase inicial com grandes chances de tratamento e cura”, disse.
Todas as mulheres correm o risco de desenvolver câncer de colo uterino. A principal causa (99% dos casos, de acordo com a OMS – Organização Mundial da Saúde) é a infecção persistente causada pelo HPV, transmitido por relação sexual. Apesar de se tratar de um vírus endêmico (estima-se que pelo menos metade da população mundial sexualmente ativa adquira o HPV em algum momento da vida), apenas uma pequena parcela das mulheres que contraírem o vírus desenvolverão o câncer de colo de útero.
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