Entre os dias 4 e 10 de agosto de 2019 será celebrada a “Semana Nacional de Controle e Combate às Leishmanioses”, o evento foi instituído pela Presidência da República por meio da Lei Nº 12.604, de 03 de abril de 2012.
Segundo a área técnica da Secretaria de Estado da Saúde, a leishmaniose é uma das seis doenças tropicais de maior relevância mundial. Segundo dados da Organização Mundial da Saúde, estima-se que mais de 1 bilhão de pessoas vivem em áreas endêmicas para as leishmanioses no mundo sob o risco de infecção, dentre as quais, mais de 600 milhões estão sob o risco de adquirir leishmaniose visceral, potencialmente fatal. São estimados, anualmente, mais de 300 mil casos novos de LV no mundo, com mais de 20 mil mortes.
Para dar visibilidade a data e lembrar a necessidade de controle da doença, a Secretaria de Estado mobilizou os municípios para realizarem ações com o objetivo de informar e mobilizar a população para a prevenção e o controle das leishmanioses, evitando assim maior disseminação e seus impactos sociais, econômicos e psicológicos.
A SES orientou ainda que as ações devem ser articuladas entre a vigilância epidemiológica e a atenção primária no âmbito municipal, com envolvimento ativo de outros setores, como educação, infraestrutura, cultura, assistência social e as demais existentes.
Quais são os sintomas da Leishmaniose Visceral?
A Leishmaniose Visceral é uma doença infecciosa sistêmica. Os principais sintomas da doença são:
Como a Leishmaniose Visceral é transmitida?
A Leishmaniose Visceral é transmitida por meio da picada de insetos conhecidos popularmente como mosquito palha, asa-dura, tatuquiras, birigui, dentre outros. Estes insetos são pequenos e têm como características a coloração amarelada ou de cor palha e, em posição de repouso, suas asas permanecem eretas e semiabertas.
A transmissão acontece quando fêmeas infectadas picam cães ou outros animais infectados, e depois picam o homem, transmitindo o protozoário Leishmania chagasi, causador da Leishmaniose Visceral.
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