Com o intuito de qualificar o atendimento hospitalar, especialmente em ambientes críticos como o pronto-socorro, onde a superlotação e a necessidade de respostas rápidas são desafios constantes, o Hospital Regional de Paraíso do Tocantins (HRPT) e o Hospital Regional de Augustinópolis (HRAUG) implantaram o Projeto Lean nas Emergências.
Na segunda-feira, 26, o HRPT concluiu oficialmente a fase de implantação do projeto, cumprindo integralmente todas as etapas previstas no cronograma e alcançando as metas estabelecidas. A conclusão dessa fase representa um marco importante para a gestão assistencial da unidade, consolidando a utilização de metodologias modernas voltadas à melhoria contínua dos processos, à eficiência operacional e à segurança do paciente. As ferramentas Lean implementadas possibilitaram uma análise aprofundada dos fluxos assistenciais, a identificação de gargalos e a redução de desperdícios, promovendo um atendimento mais organizado, ágil e resolutivo.
Apesar do sentimento de dever cumprido, a gestão reforça que o Projeto Lean não se encerra com o fim da implantação. A fase de implementação permanece ativa e será continuamente acompanhada por meio do monitoramento sistemático dos indicadores e das rotinas estabelecidas. Esse acompanhamento ficará sob responsabilidade do time Gestão de Alta Performance em Emergência (GAPE), que se fortaleceu ao longo de todo o processo, embasado no conhecimento técnico adquirido e na experiência prática vivenciada durante a implantação.
Para o diretor-geral do Hospital Regional de Paraíso, Diego Segger, o projeto simboliza uma transformação que vai além dos processos. “A conclusão da implantação do Projeto Lean na Emergência representa um avanço significativo para o hospital. Mais do que reorganizar fluxos, conseguimos promover uma mudança de cultura, com equipes mais engajadas, processos mais claros e foco permanente na qualidade e na segurança do paciente. Esse é um trabalho coletivo, que exige acompanhamento constante e compromisso diário com a melhoria contínua.”
Os resultados alcançados refletem diretamente na assistência prestada à população, com maior fluidez no atendimento da emergência, redução do tempo de espera, melhor utilização dos recursos disponíveis e fortalecimento da segurança assistencial. Esses avanços impactam positivamente a experiência do usuário, tornando o cuidado mais humanizado, eficiente e centrado no paciente.
Segundo a supervisora do Núcleo de Qualidade e Segurança do Paciente (NQSP), Lúcia Alves Tavares, o envolvimento das equipes multiprofissionais foi decisivo para o sucesso do projeto. “A implantação do Lean na Emergência exigiu comprometimento, mudança de mentalidade e trabalho em equipe. O engajamento dos profissionais e o suporte do time GAPE foram fundamentais para consolidar as ferramentas e garantir que os resultados alcançados sejam sustentáveis. Seguimos monitorando os processos para assegurar a continuidade das melhorias e a segurança do cuidado.”
Com a conclusão da fase de implantação do Projeto Lean na Emergência, o Hospital Regional de Paraíso do Tocantins reafirma seu compromisso com a inovação na gestão pública em saúde, com a valorização dos profissionais e, sobretudo, com a oferta de um atendimento cada vez mais seguro, eficiente e de qualidade à população.
HRAUG
Nos dias 20 e 21, o Hospital Regional de Augustinópolis (HRAUG) recebeu a visita da equipe do Hospital Sírio-Libanês para a realização do diagnóstico de demanda e capacidade. A ação faz parte do cronograma do Projeto Lean nas Emergências.
A diretora-geral do HRAUG, Vilma Jovino, explica que “esse projeto está sendo implantado em nossa unidade com o objetivo de otimizar o fluxo de serviços e a utilização dos pontos de cuidado do pronto-socorro. Recebemos a equipe do Sírio-Libanês, que trouxe orientações e ferramentas de coleta de dados. Diversos pontos foram discutidos e, juntos, buscaremos maneiras de otimizar os processos e, consequentemente, ofertar uma melhor assistência aos nossos pacientes”.
Segundo a coordenadora-geral de enfermagem, Sheila Teixeira, o projeto representa um importante avanço para a unidade. “Sabemos que os hospitais são ambientes críticos, onde as pessoas precisam de atendimento rápido e eficiente, e a superlotação é um fator que gera sobrecarga. Com um projeto bem definido e estruturado, o hospital pode responder com mais agilidade às emergências e minimizar danos e riscos para os pacientes e os profissionais de saúde.”
Edição: Flávia Mendes/Governo do Tocantins
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