Com objetivo de ofertar acolhimento, inclusão e respeito dentro do Sistema Único de Saúde (SUS), a Secretaria de Estado da Saúde (SES-TO) realizou na segunda-feira, 13, a Oficina do Programa Diversidade na Saúde (PDS), em Palmas. A ação foi realizada no auditório da Secretaria Municipal de Saúde (Semus) de Palmas, o público foram gestores e profissionais atuantes nas Secretarias Municipais de Saúde da região de saúde Capim Dourado.
Na programação, o combate à discriminação e a promoção da acolhida; equidade e acesso universal a saúde; reconhecimento e fortalecimento da saúde indígena; valorização e cuidado com os profissionais de saúde; foram discutidos. Participaram da oficina, profissionais de saúde dos municípios de Aparecida do Rio Negro, Lagoa do Tocantins, São Félix, Lizarda, Santa Tereza, Palmas, Novo Acordo, Miranorte, Rio dos Bois, Rio Sono, Miracema, Lajeado, Fortaleza do Tabocão e Tocantínia.
“Esse momento de hoje com a região de saúde capim dourado foi importante porque houve várias trocas de experiências entre os municípios participantes. Alguns gestores já se depararam em algum momento com algum caso de discriminação, assédio e não souberam resolver, então a SES veio no momento certo realizar a oficina. Tivemos o apoio dos municípios para capacitar os gestores e profissionais, a fim de saberem lidar com essas situações, frente a essas demandas”, afirmou o coordenador do PDS/SES-TO, Francisco de Assis Neves Neto.
Segundo a analista da Área Técnica de Infecções Sexualmente Transmissíveis da Secretaria Municipal de Saúde de Palmas, Carolina Freitas do Carmo, “essa oficina é muito importante, pensando na contextualização, abordagem sobre a sexualidade e práticas de prevenção. É essencial para a formação dos profissionais da nossa rede de atenção à saúde, porque visa o respeito e acolhimento adequado de toda a diversidade que existe, seja a pessoa com deficiência, negra, pessoa da comunidade LGBTQIAPN+, indígena, enfim, toda a população. Possibilita também, que a gente consiga acolher da melhor forma possível a comunidade, que eles façam adesão e possam ser bem orientados em relação a tudo que os cabem em sua integralidade, visando uma sexualidade e existência saudável”.
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