Profissionais de saúde do Japão realizam visita na Maternidade Dona Regina

por Verônica Veríssimo/ Governo do Tocantins
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Para conhecer a rede de atenção à saúde materno infantil - Rede Cegonha do Hospital e Maternidade Dona Regina e buscar estratégias para a melhoria do curso de fortalecimento da Saúde Materno Infantil mediante de atividades em saúde  -Japão, duas representantes do Projeto da Agência de Cooperação Internacional do Japão – JICA, realizaram uma visita técnica na manhã da última quinta-feira, 3, na unidade, em Palmas.

“Trata-se de uma troca de experiências que nos vai apontar caminhos sobre o modo de serviço eficaz desenvolvido no Japão por meio do curso oferecido aos profissionais de saúde que trabalham na Rede de Atenção a Saúde da Mulher, além do processo de trabalho deles e estrutura”, explicou a diretora de enfermagem do HMDR, Nelma Chaves do Socorro Santos.

A diretora destacou ainda que projetos voltados para a educação em saúde, como orientações para gestantes e casais grávidos sobre o parto e nascimento serão desenvolvidos na maternidade. “As mães serão orientadas por profissionais especializados como as enfermeiras obstetras, dessa forma, estarão mais preparadas para o processo parturitivo.”

A residente em enfermagem obstetrícia, Jéssica Avilayne, falou sobre a oportunidade de participar do encontro. “Troca de experiências para oferecermos um melhor serviço à população”, disse.Durante a programação, a equipe do HMDR apresentou o histórico da maternidade e indicadores. Participou e acompanhou a visita toda a equipe de gestores do HMDR.

Em outubro do ano passado a enfermeira obstetra Mayane Vilela participou do curso sobre o Fortalecimento da Saúde Materno Infantil mediante atividades de Saúde Pública em Okinawa-Japão e pode ver de perto o processo de trabalho desenvolvido pelos profissionais japoneses. Mayane ficou no país por 50 dias após seu projeto de intervenção ser aprovado pela JICA/JAPÃO, que custeou todas as despesas para a ex bolsista.

“Foi muito gratificante. Essa vivência tem contribuído muito para o desenvolvimento dos nossos projetos na Rede de Atenção à Saúde da Mulher, principalmente com o empoderamento da comunidade mediante atividades de educação em saúde sobre o parto e nascimento e na educação permanente dos profissionais com o objetivo reduzir da mortalidade materna-infantil no Estado", destacou a enfermeira obstetra.  

 

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