A fim de melhorar a cobertura vacinal e homogeneidade; resgatar e vacinar crianças de 6 meses a adolescentes menores de 15 anos não vacinados; e avaliar a situação deles, profissionais de saúde estiveram reunidos nesta terça-feira, 10, para debater sobre o Monitoramento Rápido de Cobertura Vacinal Pós Campanha de Multivacinação 2017. Ele será realizado nos 139 municípios do Tocantins.
Na Capital a reunião foi realizada a partir das 8h até as 12 horas e das 14 às 18 horas. Já em Araguaína, Norte do Estado, o encontro ocorreu das 13h às 18 horas. A regional de Palmas é responsável por 81 município e Araguaína por 58.
“Cada município irá realizar o monitoramento nas residências que tenham crianças de 6 meses a adolescentes menores de 15 anos. As vacinas serão levadas pelos técnicos, enfermeiros e agentes comunitários”, enfatizou a enfermeira da gerência de imunização da Secretaria de Estado da Saúde (SES-TO), Vandecleia Luciano da Silva.
O monitoramento tem início no dia 18 de outubro e segue por 30 dias. Em Palmas, são 32 salas de vacinas. “Dessa forma irão ocorrer 32 monitoramentos, sendo que cada um deles estão responsáveis por 25 crianças”, destacou, acrescentando também que há critérios de exclusão como a criança ou o adolescente da faixa etária já citada devem morar no município a pelo menos três meses, entre outros.
Campanha
Durante a Campanha Nacional de Multivacinação, que teve início no dia 11 de setembro e seguiu até dia 22 de setembro, foram ofertadas 19 vacinas, das quais 14 foram para menores de 5 anos e cinco para menores de 15 anos (14 anos, 11 meses e 29 dias). Entre elas estão Hepatite B, Pneumo 10, Meningocócica C, Rota Vírus, HPV, Febre Amarela, entre outras de rotina.
Já o Dia D aconteceu no dia 16 de setembro, data em que as 290 salas de vacinas do Estado ficaram abertas entre 7h30 e 18h. Segundo Greyce Rivello, enfermeira da área da Imunização da Secretaria de Saúde, nos dois últimos anos, o Brasil tem apresentado decréscimo na cobertura de vacinas, ou seja, as pessoas estão deixando de buscar a vacinação e, na maioria dos casos, deixam de tomar as doses necessárias contra doenças imunopreveníveis que exigem maior número de doses para imunização efetiva, como é o caso da caxumba.
O calendário nacional de imunização ofereceu para crianças de até 7 anos as seguintes vacinas: BCG, hepatite B, VIP, VOPb, rotavírus humano, pneumocócica 10 valente, penta (une a tetravalente e a hepatite B), meningocócica C conjugada, febre amarela, tríplice viral, tetra viral ou tríplice viral + varicela (atenuada), DTP, Hepatite A e varicela.
Já crianças e adolescentes com idade entre 7 e 15 anos tiveram que ser imunizadas para hepatite B, febre amarela, tríplice viral, dT, dTpa, meningocócica C conjugada, HPV e varicela.
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