Pacientes oncológicos do HRA recebem Reik como terapia complementar

A prática utiliza a imposição das mãos para promover uma canalização de energia
por Gláucia Mendes/Governo do Tocantins
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Terapeuta Fernândo realizando a prática complementar voluntária - Foto: Divulgação SES-TO file_download

Pacientes oncológicos em tratamento, no Hospital Regional de Araguaína (HRA) e Hospital do Amor (HA) participam de sessões de Reike, técnica regulamentada pelo Ministério da Saúde (MS) desde 2007. No HRA, a terapia complementar é realizada pelo terapeuta voluntário, Fernândo Caetáno, que utiliza a imposição das mãos e resulta no bem-estar físico e mental dos assistidos.

No Hospital de Amor os atendimentos são para os pacientes que fazem quimioterapia e radioterapia, já no HRA, para internados na Ala oncológica D. “Atendo em Araguaína desde 2021 e a terapia Reiki que fazemos hoje no HRA e HA é de forma voluntária, entendemos que o amor e a caridade é o caminho”, disse Fernândo Caetáno.

“A terapia não tem contra indicação e traz benefícios para pacientes em tratamento oncológico. Diminui sintomas de ansiedade e estresse, devolve a confiança e fortalece o sistema imunológico, alivia a dor e o desconforto, melhora o sono, acalma e traz paz aos pacientes durante todo o tratamento”, acrescentou o especialista.

A oncologista, Ana Paula Mendonça destacou que, “ajuda bastante aos pacientes, para terem mais fé no tratamento, a parte emocional influencia bastante no que o paciente vem sentindo. Então, ele o Fernândo, consegue trabalhar esse ponto onde a gente como médico é deficitário, pois trabalhamos geralmente a parte física, então ele vem trabalhar essa parte mais espiritual para o paciente,  e temos visto bons resultados”.

A paciente do HA, Neuzeli Silva disse que se sente ainda mais acolhida. “Faço acompanhamento, venho da cidade de Araguatins e a minha experiência com o Reiki e Fernândo foi surreal. Ele é uma pessoa muito carismática, me deixa muito à vontade. Eu só tenho  a agradecer ao HRA e o HA, onde me sinto acolhida, eu me sinto como se eu estivesse na minha casa, na minha residência, porque a equipe é maravilhosa”.

Internada no HRA, há seis dias, a  artesã Iracele da Costa relatou que, “no começo, a princípio é curiosidade. Fiquei super curiosa para saber como funcionava o Reike. E quando eu pude participar, eu gostei muito. Foi muito bom, realmente senti uma paz, uma tranquilidade, dormi muito bem após a sessão”.

 

Edição: Aldenes Lima/Governo do Tocantins

A paciente, Neuzeli Silva tocando o sino em uma vitória do tratamento, em acompanhamento participa das sessões do Reike - Divulgação SES-TO file_download
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