Oficina alinha informações a Núcleos de Vigilância Epidemiológica Hospitalar

por Aldenes Lima/Governo do Tocantins
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Oficina de núcleos de vigilância
- Foto: Josy Karla/Governo do Tocantins file_download

Integrar assessoria e os Núcleos de Vigilância Epidemiológica Hospitalar (NVEH); alinhar os processos de trabalho, identificar experiências bem-sucedidas; estimular a inovação do trabalho e o desenvolvimento de novas experiências, assim como a integração entre profissionais da saúde para que a detecção de casos ocorra oportunamente e à resposta seja de forma coordenada e efetiva. Estes foram os objetivos da Oficina de fortalecimento da capacidade de resposta dos NVEH junto as Áreas, que aconteceu de 02 a 04 de abril, no anexo I da Secretaria de Estado da Saúde (SES), em Palmas.

O evento foi promovido pela Superintendência de Vigilância, Promoção e Proteção  através do Centro de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde (CIEVS) e da Assessoria dos Núcleos de Vigilância Epidemiológica Hospitalar (NVEH) e teve como público alvo técnicos que atuam nos 14 NVEH das unidades hospitalares de referência do Estado incluindo filantrópico e universitário.

Segundo a enfermeira e técnica da assessoria dos núcleos, Patrícia Regina Moreira Gomes, “uma vez por ano a gente realiza este encontro para alinhar as informações junto às equipes que são pontes entre hospitais e vigilância. Aqui sentamos e atualizamos as mudanças de protocolos e processos para que tudo seja realizado de forma padronizada pelo Ministério da Saúde”, explicou.

A enfermeira do núcleo de vigilância epidemiológica do Hospital Regional de Guaraí, Flávia Fonseca Miranda afirmou que “os encontros são sempre muito produtivos, é um momento de tirar dúvidas e obter todas as informações necessárias para o desenvolvimento de nosso trabalho. Este ano, por exemplo, viemos com dúvidas sobre as notificações de acidente de trânsito e sobre os testes rápidos e tudo já foi esclarecido”, destacou.

Durante o evento, foram abordados, além das experiências exitosas, a vigilância do óbito, meningite, toxoplasmose, acidente de trânsito, violência, malária e animais peçonhentos. “Todos estes tópicos devem ser notificados dentro das unidades hospitalares, quando esses casos não passam pela unidade básica de saúde e nem nas unidades de pronto atendimentos, ou seja quando a doença só é descoberta no hospital”, reforçou Patrícia Regina.

 

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